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FUNDO

31 DE OUTUBRO: DIA DA REFORMA PROTESTANTE (parte 4/7)

Sola Fide (Somente a Fé)

por Thiago Mancini 



sola fide
     “Pois não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.” (Rm 1.16-17).

     “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.” (Rm 3.28).

     Sola Fide é o segundo dos 5 Solas da Reforma. A expressão Sola Fide significa que a salvação é somente, unicamente e exclusivamente pela fé; ou, dizendo de uma maneira mais teológica, Sola Fide significa que a justificação é somente pela fé.


     A doutrina do Sola Fide é de suma importância para a saúde da Igreja: Martinho Lutero dizia que Sola Fide é o artigo sobre o qual a Igreja se mantém de pé o cai. Não crer na doutrina do Sola Fide não somente me deixa sem salvação, mas também leva a Igreja à ruína.

     Sola Fide é a coluna vertebral da fé cristã, pois distingue a Igreja Protestante da Igreja Católica, e é também a doutrina que a Igreja de Roma não crê, já que ensina que a salvação é obtida através da fé mais as boas obras.

     Curiosamente, ainda que tenha passado os seus últimos dias defendo a doutrina do Sola Fide com a própria vida, não foi assim desde o princípio. Antes de crer na doutrina da salvação pela fé somente, o Sola Fide, Lutero vivia sob o peso da justiça perfeita de Deus, vivendo completamente atormentado pelos próprios pecados e aterrorizado diante da condenação divina não podendo nem ao mesmo dormir tranquilo meditando na perfeita justiça de Deus, que de nenhuma maneira Lutero encontrava uma maneira de satisfazer.

     O que mais incomodava a Lutero era o fato de que apesar de haver sido um monge impecável, ainda assim Lutero não era capaz de encontrar paz para a sua alma; o que o leva a se confessar até duas ou três horas por dia. Lutero descreveu este período de sua vida com um período de grande desespero.

     Lutero disse haver perdido o contato com o Cristo Salvador e Consolador de sua vida, que se converteu em seu carcereiro em no torturador de sua alma 1. Isto chegou a atormentar tanto a Lutero que quando alguém lhe perguntou em um determinado momento de sua vida se ele amava a Deus, Lutero respondeu: “Amar a Deus?... Às vezes eu o odeio!”

     No ano de 1516 enquanto ensinava o livro de Romanos, Lutero chegou a entender a essência do Evangelho, a mensagem das Boas Novas, e compreendeu finalmente que o justo viverá pela fé (Rm 1.17).

     Esta verdade de que o justo viverá pela fé já havia sido proclamada no Antigo Testamento, mais precisamente em Habacuque 2.4. Entendida esta verdade, Lutero chegou a expressar o seguinte: “Finalmente, meditando dia e noite, pela misericórdia de Deus, eu... comecei a entender que a justiça de Deus é aquela através da qual o justo vive como um presente de Deus, por fé... Com isto me sento como se houvesse nascido de novo por completo, e que houvesse entrado no paraíso através das portas que haviam sido abertas amplamente.” 2.

     Veja o testemunho do próprio Lutero acerca do entendimento de que o justo viverá pela fé e o comentário acerca de Rm 1.17 do próprio Lutero 3:

     “Eu odiava de Rm 1.17 a expressão “justiça de Deus”, pois aprendi a entendê-la filosoficamente como a justiça segundo a qual Deus é justo e castiga os pecadores injustos. Eu não amava o Deus justo, que pune os pecadores; ao contrário, eu o odiava.

     Mesmo quando, como monge, eu vivia de forma irrepreensível, perante Deus eu me sentia pecador, e minha consciência me torturava muito. Eu andava furioso e de consciência confusa. Não obstante, teimava impertinentemente em bater à porta desta passagem; desejava com ardor saber o que Paulo queria dizer com ela.

     Aí Deus teve pena de mim. Dia e noite eu andava meditativo, até que, por fim, observei a relação entre as palavras: “A justiça de Deus é nele revelada, como está escrito: o justo vive por fé.”

     Aí passei a compreender a justiça de Deus como sendo uma justiça pela qual o justo vive através da dádiva de Deus, ou seja, da fé. Comecei a entender que o sentido é o seguinte: Através do evangelho é revelada a justiça de Deus, isto é, a justiça através da qual o Deus misericordioso nos justifica pela fé, como está escrito: “O justo vive por fé.”

     Então me senti como renascido, e entrei pelos portões abertos do paraíso. Aí toda a Escritura me mostrou uma face completamente diferente. Fui passando em revista a Escritura na medida em que a conhecia de memória, e também em outras palavras encontrei as coisas de forma semelhante: “Obra de Deus” significa a obra que Deus opera em nós; “virtude de Deus” – pela qual ele nos faz poderoso; “sabedoria de Deus” – pela qual ele nos torna sábios.

     Assim como antes eu havia odiado violentamente a frase “justiça de Deus”, com igual intensidade de amor eu agora a estimava como a mais querida.”

     Se perguntarmos a qualquer pessoa de que forma esta pessoa pensa em ir para o céu, é muito provável que esta pessoa lhe diga algo do tipo: “Bem, eu nunca matei ninguém, nunca roubei nada, nunca fui infiel e trai minha esposa... É possível que eu já tenha dito algumas mentiras, mas para falar a verdade, quem é que nunca mentiu? Eu não sou a pessoa mais santa de todas, mas tão pouco sou a pior pessoa de todas, de maneira que eu espero que Deus possa tomar isto em conta e me permitir entrar no céu.”

     Palavras similares a esta são empregadas com freqüência por pessoas que vivem ao nosso redor quando se lhes questiona acerca da vida eterna...

     Mas este entendimento fica muito distante do ensino das Escrituras: “Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.” (Rm 3.20).

     Ou seja, as palavras do apóstolo Paulo aqui em Rm 3.20 significam que nenhuma “boa obra” que um homem possa fazer é suficiente pra lhe garantir a entrada no céu.

     Em um determinado momento, o povo hebreu havia se desviado tanto dos caminhos de Deus que através do profeta Isaías, em Is 64.6, Deus via dizer que as melhores obras dos hebreus são como que trapos de imundície; e no original hebraico trapos de imundície faz referência aos panos que as mulheres judaicas usavam nos dias da menstruação.

     E é exatamente assim que minhas “boas obras” se parecem, como verdadeiros trapos de imundície, quando passam pelo escrutínio da justiça de Deus; e se as minhas “boas obras” são consideradas assim pela justiça de Deus, imagine as piores obras.

     Ao entender isto, Lutero quase perde a cabeça, posto que a idéia de permanecer debaixo de condenação lhe aterrorizava grandemente, sabendo que era impossível viver uma vida perfeita que lhe permitisse entrar na presença de Deus.

     Finalmente, Lutero entendeu que era possível ter um caráter moral perfeito para entrar na presença de Deus, mas este caráter moral perfeito eu não o adquiro através das minhas “boas obras” e santificação, por que nenhuma das minhas obras é perfeita para ser aceita por Deus. Este caráter moral perfeito que me faz ser aceito por Deus me é dado por Cristo, me é dado pela fé em Cristo.

     “Mas agora se manifestou sem lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; por que não há diferença.” (Rm 3.21-22).

     A perfeição moral de Deus se manifestou à parte da lei; a mesma lei que não pode me dar a perfeição moral. Mas é uma perfeição e retitude moral que eu obtenho por meio da fé em Jesus Cristo, como está escrito em Rm 3.21-22, e de onde temos a frase Sola Fide, ou somente pela fé.

     No dia em que Cristo morreu, os meus pecados lhe foram imputados, foram contados em sua conta de uma forma real e verdadeira; e foi justamente por isto que Cristo sofreu um puro e verdadeiro inferno na cruz, um inferno de dor e de separação temporal do Pai, expressado em seu brado na cruz: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste.” Desta mesma maneira, o dia em que eu deposito a minha fé em Cristo como meu Senhor e Salvador, seu caráter moral perfeito me é imputado. Na teologia isto pode ser chamado de dupla imputação.

     Na cruz, os meus pecados foram imputados a Cristo ao mesmo tempo em que sua santidade e seu caráter moral perfeito me foram imputados, o que ocorre no dia em que entrego minha vida a Cristo. Como resultado acontece duas coisas:

1] Eu fico sem dívidas.


2] Eu adquiro a santidade de Cristo, que me é outorgada quando creio em Cristo como Senhor e Salvador. Esta santidade é a santidade de Cristo.


     Conforme dito, Sola Fide não é uma idéia nova descoberta por Lutero; haja vista que foi exatamente isto o que aconteceu quando Abrão creu. De acordo com Gn 15.6, Abraão creu em Deus, e isto, “crer em Deus”, lhe foi imputado por justiça.

     Recordemos que a palavra “justiça” faz referência ao caráter moral de Deus. Então, o que Gn 15.6 afirma é que Abrão creu, e que, ao crer, sua fé lhe foi imputada por caráter moral, sendo então justificado pela fé depositada em Deus.

     Em outras palavras, a razão da salvação de Abraão não foram suas “boas obras”, senão sua fé, a fé depositada no Deus da sua salvação. Esta fé fez com que Deus lhe considerasse justo, ainda que não fosse...

     Abraão creu na promessa do nascimento de um herdeiro (Rm 4.17-21; Hb 11.11-12) e Deus o considerou como justo, ou seja, como tendo satisfeito as exigências de sua aliança.

     Por isto, os reformadores insistiram no Sola Fide, ou seja, em que a salvação é somente pela fé. Agora, se esta fé é verdadeira, estará adornada por obras; não obras feitas para obter a salvação, mas sim feitas como evidência da salvação já recebida. Temos então a origem da frase: salvação somente pela fé, mas não pela fé sozinha.

     Gn 15.6 contém o núcleo da doutrina da justificação pela fé e não pelas obras.

     “E creu ele no Senhor, e imputou-lhe isto por justiça.” (Gn 15.6).

     “Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.

     Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti. De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão. Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.

     E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.

     Ora, a lei não é da fé; mas o homem, que fizer estas coisas, por ela viverá. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; para que a benção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito.” (Gl 3.6-14).

     O Catecismo de Heidelberg, na pergunta de número 60 traz o questionamento de como é que o homem é justo diante de Deus:

     Pergunta 60: Como você é justo perante Deus?

     Resposta: Somente pela verdadeira fé em Jesus Cristo. Mesmo que minha consciência me acuse de ter pecado gravemente contra todos os mandamentos de Deus, de não ter guardado nenhum deles e de ser ainda inclinado a todo mal, todavia Deus me dá, sem nenhum mérito meu, por pura graça, a perfeita satisfação, a justiça e a santidade de Cristo. Deus me trata como se eu nunca tivesse cometido pecado algum ou jamais tivesse sido pecador; como se eu tivesse cumprido pessoalmente toda a obediência que Cristo cumpriu por mim. Esse benefício é meu somente se eu o aceitar pela fé de todo o coração.

     O Breve Catecismo de Westminster, na pergunta de número 86 pergunta o que é a fé em Jesus Cristo:

     Pergunta 86: O que é fé em Jesus Cristo?

     Resposta: Fé em Jesus Cristo é uma graça salvadora, pela qual o recebemos e confiamos só nele para a salvação, como ele nos é oferecido no evangelho.

     Salvação pela fé somente não é o mesmo que fazer uma profissão de fé. Muitas pessoas tem feito uma Confissão de Fé, mas não possuem esta fé. Uma simples oração para receber o Senhor, feita da boca para fora, não vai me limpar dos meus pecados. De acordo com Miguel Nuñez, a fé que limpa dos pecados necessita de pelo menos 3 elementos 4:

1] A fé que salva necessita conhecimento do que Cristo fez por mim. Isto é o que os reformadores chamaram em latim de “notitia”, que faz referência ao conhecimento que tenho acerca da obra de Cristo em meu favor e em meu lugar. De maneira que, assim sendo, a fé não pode ser irracional e ilógica.

2]  A fé que salva necessita possuir convicção da verdade, convicção de que Cristo é o único nome dado entre os homens por meio do qual posso ser salvo (At 4.12), e de que Cristo é o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6). Isto é o que os reformadores chamaram “assensus”, de onde vem a palavra assentir, no sentido de que eu tenho que assentir ou afirmar com convicção o que é a verdade, como há sido revelada por Deus.

     Mas isto também não é suficiente. Os demônios tem notitia, o conhecimento de que Cristo é o Salvador, e tem também o assensus, isto é, eles estão convencidos de que Cristo é o Salvador do Mundo: sabem isto melhor que nós. Mas Tiago diz que os demônios creem e treme (Tg 2.19). O que os demônios não têm é o terceiro elemento da fé salvadora:

3] Fidúcia: confiança em Cristo. Os demônios não depositam esta confiança no Senhor, e por isto, permanecem condenados.


     Para ser salvo, o cristão necessita confiança absoluta em que a santidade de Cristo que lhe é imputada ao crer no Filho de Deus é o que pode lhe qualificar para entrar no Reino dos Céus, o que ocorre no dia em que se arrepende de todo o coração, pede perdão a Deus baseado no sacrifício de Cristo, entrega a vida a Deus e recebe uma vida nova, a vida eterna da parte de Deus.

     De acordo com Wayne Grudem alerta para o fato de que nunca devemos permitir o pensamento de que nossa fé, por si só merece o favor de Deus... Antes, as Escrituras dizem que somos justificados “mediante” nossa fé, dando a entender que a fé é o instrumento pelo qual a justificação nos é dada; mas em nenhuma hipótese uma atividade que nos obtenha o favor de Deus. Ao contrário, nós somos justificados unicamente por causa dos méritos da obra de Cristo.

     Wayne Grudem diz que podemos perguntar por que Deus escolheu a fé para ser a atitude de coração pela qual obteríamos a justificação? Por que Deus não poderia ter decidido dar a justificação a todos aqueles que sinceramente demonstram amor? Ou que demonstram alegria? Ou satisfação? Ou humildade? Ou sabedoria?

     Por que Deus escolheu a fé como o meio pelo qual recebemos a justificação? E a resposta é que é porque a fé é aquela atitude do coração que é o oposto exato do depender de si mesmo... 5

Sola Fide: A Erosão do Artigo Primordial 6:

     A justiça é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos.

     Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada a Cristo, a modernidade alimenta as chamas deste contentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que o descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.

     Muitas pessoas ligadas ao Movimento do Crescimento de Igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas frequentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério.

     A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apagando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.

     Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos na verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus.

     Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção á igreja, ou probidade moral.

     O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.

Sola Fide:

Reafirmamos que a justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé e somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.

Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja, mas negue ou condene o Sola Fide, possa ser reconhecida como igreja legítima.

     No próximo artigo estaremos observando a razão da salvação dos pecadores: Sola Gratia.

Notas:

[1] James Kittelson, Luther, the Reformer, Mineápolis, Augsburg Fortress Publishing House, 1986, page 79.

[2] Obras de Lutero, Volume 34, página 337.

[3] Bíblia Sagrada com Devocionais de Lutero, Sociedade Bíblia do Brasil, nota de rodapé de Rm 1.17, página 1047.

[4] Las Doctrinas de La Gracia, Miguel Núñez.

[5] Teologia Sistemática Atual e Exaustiva, Wayne Grudem, Editora Vida Nova, páginas 610 e 611.

[6] James Montgomery Boice e Benjamin E. Sasse, Reforma Hoje: Uma Convocação feita pelos evangélicos confessionais. São Paulo, Cultura Cristã, 1999, p.11-17.

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