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O QUE REALMENTE IMPORTA NO FIM DAS CONTAS?

O QUE REALMENTE IMPORTA NO FIM DAS CONTAS?

r. c. sproul o que importa

 

Por R.C. Sproul

                                                                                                  Tradução: Thiago Mancini

"Melhor é o pouco com justiça, do que grandes rendas com injustiça." ( Pv 16.8 ).

     O que realmente importa no fim das contas?

     A busca para responder a esta pergunta tem impulsionado a história humana, tem inspirado filósofos a sondar o sentido da vida, e tem provocado a imaginação de grandes artistas.

     Ninguém pode evitar esta questão, e todos nós desenvolvemos nossas prioridades de acordo com o que acreditamos ser de maior importância.

     A resposta da Escritura para esta importantíssima questão proclama o vazio e a futilidade das respostas que o nosso mundo incrédulo tende a propor. No final, o que realmente importa não é o grau de fama que nós alcançamos. O nosso nível de inteligência não é o que é mais significativo. A posição à qual nos elevamos na escala profissional não é de suma importância.

     Não, o que conta para sempre é a justiça.

     Provérbios 16.8 propõe esta questão, comparando a importância da justiça e a

importância da riqueza.

     Um ponto é que é melhor ser uma pessoa justa, mesmo possuindo muito poucos recursos do que ser fabulosamente rico, mas ser também um indivíduo injusto ( Pv 16.8 ).

     Em outras palavras, nem mesmo todo o dinheiro no mundo não vai nos ajudar nem um pouco se nós não estivermos preocupados com a justiça.

     Se acumularmos tesouros para nós mesmos, mas não formos ricos para com Deus, na verdade, seremos tolos: ( Lc 12.13 – 21 ).

     À medida em que consideramos todas as implicações da passagem de hoje, há várias lições que devemos guardar no coração.

     Em primeiro lugar, o versículo indica que as promessas de bênçãos materiais divinas sobre as pessoas justas que encontramos nas Escrituras ( por exemplo, Dt 28.1 – 14 ), nem sempre são cumpridas em nossas vidas.

     Que é melhor ser uma pessoa justa e possuir pouco do que ser malvado e rico, implica que há algumas pessoas justas que não experimentarão a prosperidade material.

     Em segundo lugar, porque este provérbio oferece uma comparação de duas situações particulares, não podemos aplicá – lo universalmente para querer dizer que a justiça e a pobreza andam de mãos dadas ou que a injustiça e a riqueza estão inseparavelmente conectadas.

     O provérbio olha para uma situação hipotética e conclui que é melhor ser justo e pobre do que ser rico e mal, enfatizando o ponto de que quando alguém é forçado a escolher entre o dinheiro e a justiça, é melhor escolher a justiça.

     Contudo, uma pessoa pode ser justa e rica, assim como uma pessoa também pode ser malvada e pobre.

     Dada a escolha entre as duas opções, ainda é melhor escolher ser justo.

     Simplificando, o dinheiro em si é indiferente. O que é moralmente significativo é o coração da pessoa.

     No fim das contas, somente a justiça é importante e não o tamanho da conta bancária.

Coram Deo


     À luz de todo o Cânon das Escrituras, o único tipo de justiça que conta para a vida eterna é a justiça de Cristo que nos é imputada pela somente pela fé ( II Cr 5.21 ).

     Mas aqueles que receberam tal imputação também vão começar a viver de acordo com o padrão de seu Salvador. Eles vão se tornar cada vez mais justificados na prática.

     E esse crescimento em piedade pode acontecer se o crente é um milionário ou mal consegue ganhar a vida.

Passagens para mais Estudo: Pv 28.6, Mt 5.29 – 30.


Fonte: www.ligonier.org
Autor: R.C.Sproul
Tradutor: Thiago Mancini

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