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FUNDO

O PROPÓSITO DA SALVAÇÃO EM 1 PEDRO (parte 3) - por Leonardo Dâmaso


2. UMA VIDA COM REVERÊNCIA (1.17-21)

     Depois de esboçar uma sequência de imperativos (exortações) sobre a maneira que os cristãos devem viver, ou seja, em santidade (vs.13-16), Pedro, todavia, faz uma transição através do versículo 17 que introduz, assim, outra sequência, porém, de afirmações indicativas (vs.18-21). O apóstolo constata que a reverência deve nortear o relacionamento dos cristãos com Deus.

      1.17 Ora, se invocais como Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação.

      Sendo assim, devemos prestar reverência a Deus por quatro razões: 

     a) Deus, além de Pai, é juiz. O mesmo Deus que nós, os cristãos, como filhos, chamamos de Pai (vs.2-3), afirma Pedro, é, também, o nosso juiz. As palavras gregas Kαι ει, traduzidas pela ARA por ora, se, expressam uma condição argumentativa. A tradução literal do grego é e se. A condição desta frase num todo – Ora, se invocais como Pai, denota uma prática na qual estamos acostumados a realizar efetivamente, ou seja, recorrermos a Deus como Pai. Desse modo, podemos retirar a palavra e, ficando, apenas a palavra se. Parafraseando, era como se Pedro dissesse: Como pessoas que solicitam a Deus Pai!

  O substantivo Pai, no grego πατερα (pater), não tem artigo definido e localiza-se antes do verbo invocar para enfatizar Deus como Pai espiritual dos cristãos, sendo traduzido literalmente como – E se como Pai invocais.

      Em contrapartida, não somente os crentes no Antigo Testamento chamavam Deus de Pai (veja Sl 89.26; 103.13; Is 63.16; 64.8; Jr 3.19; Ml 1.6), mas, também, Jesus (veja Mt 7.21; 10.32; 12.50; Mc 14.36; Jo 4.23; 6.37; 15.23; 16.32) e todos os cristãos, os quais foram ensinados por ele a “orar a Deus de forma íntima, com as palavras do Pai Nosso (Mt 6.9; Lc 11.2)”.20 Da mesma forma, Paulo ensina em Romanos 8.15 e Gálatas 4.6 que, mediante o privilégio da adoção, nós, como filhos e irmãos mais novos de Cristo clamamos a Deus por (Aba) Pai.

      Via de regra Pedro realça aos cristãos outra faceta peculiar de Deus. O apóstolo descreve que além de Pai, Deus também é um severo juiz. Por conseguinte, três características do julgamento de Deus são destacadas aqui. Senão vejamos:

       i. O julgamento é imparcial. Deus é justo e, portanto, não faz acepção de pessoas no seu julgamento. Ele não mostra favoritismo por ninguém, quer seja rico ou pobre (Tg 2.1-9), patrão ou empregado (Ef 6.5-9; Cl 3.22-25). Deus já está julgando por meio de juízos parciais (Sl 58.11) e julgará no último dia por meio de Cristo Jesus a todos com equidade (2.23; Sl 67.4; At 17.31).

       ii. O julgamento é baseado em critérios. Além de Deus ser imparcial no seu julgamento, não obstante ele é pautado nas obras de cada um. O padrão do julgamento dos ímpios e dos cristãos está vinculado à responsabilidade pessoal de cada um por suas atitudes.21 Entretanto, apesar dos cristãos não serem julgados [como os ímpios] para a condenação em virtude dos seus pecados, uma vez que foram justificados pela fé mediante a obra redentora de Cristo Jesus (2.24; Rm 5.1-2, 6-11), todavia, ainda assim, eles serão julgados, porém, de acordo com o modo que procederem na vida, isto é, o que fizerem de bom ou mal para o recebimento dos vários níveis de recompensa que haverá no tribunal de Cristo (veja Gl 6.7-8; Rm 14.10-12; 1Cor 3.12-15; 2Cor 5.10). Uwe Holmer observa que Deus sem dúvida tem filhos, mas não favoritos. Ele não é condescendente com o pecado nem mesmo em seus filhos, mas os julga.22     

       iii. A responsabilidade dos cristãos perante o julgamento. Tendo em vista que o julgamento de Deus é baseado nas obras de cada um, devemos, portanto, conduzir nossas vidas em temor como peregrinos que somos nessa terra. Temor não significa viver a vida com “medo de ser castigado pelo Deus que é um implacável e austero juiz” (1Jo 4.18). Pedro, contudo, está dizendo que os cristãos devem temer a Deus no sentido de “viver a vida com reverencia e respeito para com o Deus que não é somente um terrível juiz, mas que também é um Pai amoroso e misericordioso.” Temer a Deus é simplesmente viver a vida de maneira submissa aos preceitos santos de Deus estabelecidos nas Escrituras (veja como exemplo 1Ts 4.3-8). William Barclay corrobora que temor (reverência) é a atitude mental de quem sempre está consciente de achar-se na presença de Deus. É a atitude de quem fala cada palavra, cumpre cada ação e vive cada momento consciente de Deus.23

      No grego, a palavra peregrinação παροικιας (paroikia) significa, basicamente – “permanecer em um lugar temporariamente”. Traz a ideia de “estar fora de casa”,24 indicando aqueles que vivem num lugar do qual não são cidadãos, realçando a condição de peregrinos dos cristãos neste mundo.25 Peregrinação também descreve a condição social precária que os cristãos [historicamente, os destinatários de Pedro] se encontravam como “peregrinos ou estrangeiros” que residiam fora de suas cidades naturais (vs.1b).  Estes cristãos do passado além de terem sido discriminados pela fé que professavam em Cristo Jesus foram, também, desprovidos pela sociedade ímpia dos plenos direitos de cidadão que possuíam.    

APLICAÇÃO PRÁTICA

      O cristão é um peregrino neste mundo. Vive à sombra da eternidade. A todo o tempo pensa não só em onde está, mas também para onde vai. Seus juízos são formulados não só à luz do momento, mas também à luz da eternidade.26 Simon Kistemaker diz que o cristão é um peregrino que procura agradar a Deus em sua conduta diária, que tem profunda reverência por Deus e sua Palavra e que sabe que foi comprado pelo preço do sangue de Jesus (vs.18-19).27 John MacArthur, por sua vez, salienta que o cristão que conhece a Deus e sabe que ele julga com justiça as obras de todos os seus filhos, respeitará a Deus e a avaliação que ele faz de sua vida, e desejará honrar o seu Pai celestial.28

      Não obstante, nos quatro versículos subsequentes (vs.18-21), Pedro apresenta uma breve síntese de três doutrinas centrais da fé cristã. O apóstolo vai discorrer um pouco sobre a redenção, revelação e ressurreição de Jesus Cristo, as quais são a base de uma vida reverente. Este trecho que se inicia corrobora os imperativos (exortações) precedentes descritos nos (vs.13-17).

      b) Jesus Cristo executou a nossa redenção.        

    1.18 ... sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, 19 mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo.

     Tendo em mente que Deus é tanto Pai como um justo juiz que julga imparcialmente a todos conforme as obras de cada um, e que os cristãos devem temer [reverenciar e respeitar] a Deus por isso (vs.17), Pedro, todavia, lembra não somente os seus leitores históricos, mas os cristãos em geral que eles e nós éramos escravos no passado antes de sermos libertos pelo sangue de Jesus Cristo, que remonta ao sacrifício redentor propriamente dito. Nos versículos 18-19 o apóstolo elucida o aspecto negativo e positivo do resgate efetuado por Cristo Jesus. Vejamos, então:

     i. A condição dos resgatados antes do resgate. A expressão sabendo que aponta para uma lembrança na qual é trazida à baila. Denota o que Pedro irá dizer já é conhecido dos seus leitores históricos, mas, porém, é necessário e relevante enfatizar novamente. O apóstolo faz questão de lembrar os seus leitores a salvação que obtiveram e que tanto os alegravam (vs.8), afirmando que Deus, por meio de Jesus Cristo, os resgatou por um alto preço da escravidão do pecado, da lei e da morte eterna (veja Ef 2.1-10; Gl 4.4-5; Rm 6.23).

     Pedro descreve o lado negativo do resgate utilizando como exemplo dois metais – a prata e o ouro que, embora sejam preciosos, todavia, são perecíveis, isto é, desgastam-se e corrompem-se com o tempo, ainda que em menor grau em relação a outros metais. “Primeiro ele especifica a prata. Mas esta, quando exposta a qualquer tipo de componente sulfuroso do ar, escurece, é corroída e perde seu valor. Em seguida, Pedro cita o ouro, que é mais durável do que a prata. Até mesmo esse, que é o mais precioso dos metais, está sujeito à deterioração”.29 Sendo assim, negativamente, a prata e o ouro não podem pagar o resgate espiritual dos pecadores eleitos.

    A palavra resgatados possui um amplo significado no Novo Testamento. Derivada do verbo “resgatar ou redimir” λυτρόω (lytroo),30 esta palavra salienta o “resgate” λύτρον (lytron),31 que é a compra de uma pessoa [escrava] mediante o pagamento de “resgate” que, no mundo antigo era feita com prata ou ouro para livrá-la da escravidão.

    Ênio Mueller acrescenta que, no mundo helênico, a ideia de resgatar uma pessoa era muito usada em referência à alforria de escravos, havendo todo um processo institucional de resgate sacramental, pelo qual o escravo podia adquirir sua liberdade. Na septuaginta, que é o Antigo Testamento em grego, o verbo [resgatar] e seus derivados “tinham estreita associação com a ideia de libertar escravos e resgatar pessoas ou coisas”, sendo usados, assim, como os termos mais apropria dos para descrever a libertação da escravidão, daqueles que tinham sido conquistados pelo Egito e depois pela Babilônia, e a recuperação por Deus, para ser Sua propriedade legal, do [que assim ficou designado] “povo da Sua possessão”.32 O verbo “resgatar”, portanto, enfatiza a redenção dos pecadores eleitos planejada por Deus Pai, executada por Jesus Cristo e aplicada pelo Espírito Santo.
       
    Gálatas 3.13 – Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar... (ARA)

     Tito 2.14 – O qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. (ARA)
         
     Em seguida, Pedro afirma que os cristãos foram resgatados da maneira fútil de viver recebida por tradição dos pais. (Almeida Século 21) A expressão fútil procedimento salienta o estilo de vida frívolo, sem sentido e desprovido de propósito que outrora eles viviam antes da conversão (vs.14), no qual haviam recebido por tradição dos pais. A palavra grega traduzida por vossos pais vos legaram πατροπαραδότος (patroparadotos), pode ser e é melhor traduzida por “herança recebida dos pais”. Denota “uma tradição que os filhos receberam dos pais”, que foi a maneira vazia de viver. (NVI)   

      Pedro, via de regra não menciona quem são as pessoas que viveram baseadas na tradição recebida dos pais no passado, contudo, existem três interpretações acerca da possível identidade delas.

     A primeira interpretação sugere que Pedro está dizendo que foram os cristãos judeus que viveram pela tradição dos líderes religiosos e não de acordo com as Escrituras (veja Mc 7.5-13). A segunda interpretação, por sua vez, alega que o apóstolo está se referindo a geração anterior dos seus leitores gentios, uma vez que Paulo também menciona sobre a vida fútil que eles viveram antes de serem resgatados por Cristo Jesus do pecado, da lei e da morte eterna (veja Rm 1.21; Ef 4.17; Gl 4.4-5). Finalmente, a terceira interpretação ressalta que Pedro está falando da geração anterior tanto dos cristãos judeus bem como dos cristãos gentios. Portanto, em minha opinião, seria melhor adotarmos a segunda interpretação, entendendo que o apóstolo está aludindo à geração passada dos cristãos gentios que haviam recebido deles como tradição a idolatria dentre outras coisas (vs.14; 4.3).33 Albert Barnes sublinha que Pedro, aqui, refere-se à forma que eles [os gentios] tinham de adoração aos ídolos, e todas as abominações conectadas com este serviço, como sendo vã e inútil.34   

       ii. O preço do resgate. Pedro, agora, destaca o lado positivo do resgate. Uma vez que a prata e o ouro como objetos de valor monetário no mundo, porém voláteis, não puderam pagar pelo resgate dos pecadores eleitos, contudo, foi somente o precioso sangue de Jesus Cristo que sobrepuja em valor a prata e o ouro que pôde pagá-lo.

     Salmo 49.6-8 – ... dos que confiam nos seus bens e na sua muita riqueza se gloriam? Ao irmão, verdadeiramente, ninguém o pode remir nem pagar por ele a Deus o seu resgate (Pois a redenção da alma deles é caríssima, e cessará a tentativa para sempre.).       

     A expressão precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula – além de resumir a morte de Jesus Cristo na cruz como preço de resgate (Mc 10.45), tem como pano de fundo o êxodo do povo de Israel do Egito e o sistema de lei sacrificial do Antigo Testamento que é o que Pedro, aqui, deveria ter em mente. Não obstante o apóstolo evoca a libertação do povo de Israel do cativeiro do Egito. Naquela fatídica e memorável noite, quando o povo de Israel estava para ser liberto da escravidão do Egito, Deus ordenou para que todas as famílias providenciassem um cordeiro, o sacrificassem e o comessem com ervas amargas.

Depois, o sangue do animal morto deveria ser aspergido nos batentes e nas vigas das portas de cada casa como um sinal para que, quando o anjo fosse executar o juízo de morte sobre todo o Egito, matando todos os seus primogênitos, e visse nas vigas e nas portas das casas do povo de Israel o sangue aspergido não executasse o juízo sobre eles (Êx 12.1-13; para mais detalhes veja também os vs. 29-51).  Após o êxodo do povo de Israel do Egito, tal evento [isto é, a páscoa] deveria ser lembrado e celebrado pelos judeus para sempre, uma vez por ano como gratidão a Deus por tudo o que ele havia feito pelo seu povo no passado (Êx 12.14). A páscoa dos judeus era celebrada no mês de Nisã, entre março/abril.

     Por conseguinte, para que os pecados de um judeu fossem expiados, era necessário o sacrifício de um animal que não houvesse defeito algum (Lv 4-5; 22.17-25). Com referência a páscoa (Êx 12.5) e ao dia da expiação (Lv 16), o cordeiro era o animal comumente sacrificado para tais rituais, o qual também deveria ser perfeito como os outros tipos de animais que eram sacrificados para os outros tipos de pecado, tais, como – o novilho [que é um boi novo], o bode, a cabra e o carneiro (veja Lv 4-6).    
  
    Os termos gregos sem defeito αμώμον (amomom) e sem mácula ασπίλου (aspilou) são virtualmente sinônimos, os quais, unidos, enfatizam que somente Cristo Jesus, o antítipo do cordeiro perfeito podia ser aceito para o sacrifício vicário e definitivo para, assim, com o seu sangue vertido na cruz, pagar pelo resgate dos pecadores eleitos (Hb 9.11-15; Jo 1.29; 1Jo 2.2; Ap 5.9). Uwe Holmer atesta que o Cordeiro de Deus não podia ter nem uma mancha sequer, nenhum pecado, ao pretender colocar-se no lugar das pessoas, sacrificar-se por elas e redimi-las. Unicamente Jesus atende a essa condição. Unicamente ele podia redimir a humanidade, o único puro e sem pecados. Ele entregou por nós seu precioso sangue. Fez tudo isso para nos resgatar para a nova vida.35  

APLICAÇÃO PRÁTICA

      A prata e o ouro são objetos de valor transitório que, embora tenham utilidade e valor no comércio, não têm, contudo, utilidade e valor para o resgate espiritual. Por mais que tenham valor neste mundo, a prata e o ouro, isto é, dinheiro nenhum tem o poder de libertar alguém da escravidão do pecado e da morte eterna. Nessa linha de pensamento, Matthew Henry assegura que as riquezas são, por muitas vezes, armadilhas, tentações e empecilhos para a salvação do homem.36 
       
      Somente o precioso sangue do sacrifício de Jesus Cristo pôde pagar pela nossa libertação da escravidão do pecado, da lei, da morte eterna, da religiosidade morta e do antigo estilo de vida falso, vazio, sem propósito e norteado pelo pecado que recebemos como tradição de nossos antepassados para uma nova vida. Este sangue “conseguiu o que a prata e o ouro não podia fazer. O universo não tinha nada mais valioso para oferecer, de que podemos conceber, senão o sangue do Filho de Deus”.37



Notas:

20 Simon Kistemaker. Epístolas de Pedro e Judas, pág 89.
21 Este fato é comumente abordado tanto no Antigo bem como no Novo Testamento, especialmente nas cartas de Paulo (veja 1Cr 16.33; Sl 50.6; 7.8; 9.8; 96.13; Ec 3.17; Ez 18.30; Rm 2.6; 2Cor 11.13-15; 2Tm 4.14; Ap 2.23; 20.12-13; 22.12).
22 Uwe Holmer. Comentário Esperança. 1 Pedro, pág 23.   
23 William Barclay. 1 Pedro, pág 65.  
24 Ênio Mueller. 1 Pedro – Introdução e Comentário, pág 106.
25 Bíblia de Estudo Genebra. Notas de Rodapé, pág 1681.
26 William Barclay. 1 Pedro, pág 65.
27  Simon Kistemaker. Epístolas de Pedro e Judas, pág 90.
28 Bíblia de Estudo MacArthur. Notas de Rodapé, pág 1730.
29 Simon Kistemaker. Epístolas de Pedro e Judas, pág 91.
30 O substantivo “redenção” λύτρωσις (lytorsis) aparece em Lucas 2.38; Hebreus 9.12. O termo básico “resgate” λύτρον (lytron) aparece em Mateus 20.28; Marcus 10.45.
31 O verbo resgatar ou redimir λυτρόω (lytroo) é usado por Lucas no seu evangelho 24.21 e por Paulo em Tito 2.14.
32 Ênio Mueller. 1 Pedro – Introdução e Comentário, pág 108.
33 Havia também tradições judaicas forâneas às Escrituras que os cristãos judeus receberam dos seus antepassados (veja Mc 7.7-11; Fp 3.3-7).
34 Albert Barnes. Comentário Expositivo online de 1 Pedro, disponível em: http://www.sacred-texts.com/bib/cmt/barnes/pe1.htm, acessado em 05/12/2013.    
35 Uwe Holmer. Comentário Esperança. 1 Pedro, pág 24.
36 Matthew Henry. Comentário Bíblico do Novo Testamento – Atos a Apocalipse, pág 864.
37Albert Barnes. Comentário Expositivo online de 1 Pedro, disponível em: http://www.sacred-texts.com/bib/cmt/barnes/pe1.htm, acessado em 11/12/2013.  
                          


Fonte: Trecho extraído do Comentário Expositivo de 1 Pedro do autor.                                                     


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