CTO - CURSO GRATUITO DE TEOLOGIA ONLINE

CTO - CURSO GRATUITO DE TEOLOGIA ONLINE

FUNDO

O DEUS VIVO DA BÍBLIA - por Carl F.H. Henry

O DEUS VIVO DA BÍBLIA 


água da vida

Tradução: Fabrício Moraes

Deus vive – esta é, de pronto, a afirmação mais simples e mais profunda que pode ser feita acerca dEle, uma vez que Sua vida abrange a realidade total de Seu Ser e atividade soberanos.

            Tanto o Antigo quanto o Novo Testamentos tratam do “Deus vivo” (2 Reis 19:16; Atos 14:15). A afirmação de que o Pai “tem a vida em Si mesmo” não é uma figura de linguagem, mas uma declaração do próprio Ser essencial de Deus. Os deuses pagãos e os ídolos simplesmente “não possuem espírito” (Jeremias 10:14). Não há outro Deus a não ser o Deus vivo (Deuteronômio 4:35; 2 Reis 19:15); apenas Deus é Deus e não há outro como Ele (Êxodo 8:10, 15:11; I Crônicas 17:20; Salmos 86:8, 89:8).
         
   E é justamente por essa razão que as fórmulas de juramento nos tempos do Antigo Testamento eram: “assim como o Senhor vive”, “como Deus vive” ou ainda “assim como vive o Deus de Israel”. Quando os hebreus se encontravam sob alguma ameaça, eles usavam essa frase a fim de apresentar Yahweh como o Vivente que, em contraste com os deuses pagãos inexistentes e inanimados, evidencia Sua existência e presença através de Sua supremacia absoluta. Apenas rebeldes contendem a respeito da soberania ativa de Deus (Jeremias 5:12); apenas tolos negam a existência de Deus (Salmos 14:1, 53:2; Jó 2:10). Mediante um juramento por Si mesmo, o próprio Yahwehcorrobora a confiabilidade de Suas promessas e advertências: “Juro pela minha vida, palavra do Soberano Senhor” (Ezequiel 17:16, 33:11, NVI).
            A natureza da vida de Deus não pode ser determinada mediante uma análise da vida de Suas criaturas para, após isso, projetarmos sobre a Divindade uma vitalidade que é característica das complexas criaturas viventes. A Bíblia nunca retrata a vida com um fenômeno observável, como algo conhecido que possa ser conhecido por meio da investigação empírica, a qual nos permitiria compreender a transcendental existência divina. A vida de Deus não é uma configuração exclusiva de processos impessoais e de eventos cósmicos. Também não é simplesmente uma forma mais durável da vitalidade transmitida ao homem inanimado quando Deus soprou nele “o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente” (Gênesis 2:7, NVI) e, portanto, portador da imagem divina (Gênesis 1:26). Todas as tentativas conjecturais de refinar o ser do mundo e do homem em uma forma generalizada que possa ser projetada sobre uma deidade imaginada configuram-se mais como um obstáculo do que uma ajuda para compreender Aquele que, através de Sua própria auto-revelação, faz-Se conhecido como o Deus vivo.
            Deus é a “fonte de água viva” (Jeremias 2:13, 17:13), a “fonte da vida” (Salmo 36:9). O Pai “possui a vida em Si mesmo” (João 5:26), vida que é original e absoluta. Cristo é “o autor da vida” (Atos 3:15) ou, dito de forma maravilhosamente concisa, “a vida” (João 14:16, Filipenses 1:21; Colossenses 3:4; 1 João 1:2). Na criação, o Logos divino (João 1:3), o agente criador [o princípio ativo] de todas as formas e estruturas do Universo; como o Logos encarnado ou como Deus-homem [pessoa teantrópica], Ele adicionalmente recebeu do Pai a prerrogativa divina de conceder a vida redentora para aqueles que se arrependem e, na era por vir, a ressurreição (João 5:26).
            Deus é o incomparável “Eu Sou o que Sou” (Êxodo 3:14). “Não há descrição mais clara a respeito da divindade de Deus”, observa Barth, “do que a frase que ocorre tão frequentemente no Pentateuco e, novamente, no livro de Ezequiel: ‘Eu sou o SENHOR teu Deus’, e tal frase tem seu exato paralelo neotestamentário no ‘Eu Sou’ do Jesus joanino... Nesse bíblico ‘Eu Sou’, o Sujeito coloca a Si mesmo como o SENHOR vivo e amoroso. Aquele que assim age é o Deus da Bíblia”.
            A Bíblia não possui uma “zona cinza” de semideuses ou quase-deuses; ela conhece apenas o theos vivo e os falsos e inertes theoi. Diferentemente de várias filosofias conjecturais, a Bíblia não está preocupada apenas com a divindade ou com o ser na sua generalidade– sua marca é o Deus auto-revelado altamente particularizado. Não é por acaso que o artigo definido [em grego koiné] é utilizado ( Θεὸς), a fim de designar o Deus de Israel. O Velho Testamento está bem ciente de que fora dos limites de Israel, tanto El, o termo genérico para Deus, quanto Elohim, o termo plural politeísta, eram comumente usados por todo o mundo antigo. Contudo, na teologia bíblica, o Deus vivo, como o primeiro e único Deus, preenche a forma El, e, excetuando as referências pejorativas aos deuses pagãos, os escritores bíblicos, ao tratarem do único Deus vivo,utilizam Elohim com o verbo conjugado no singular. O termo Elohim manifesta de forma cabal e concreta a realidade divina:

“Saberás, pois, que o Senhor teu Deus (Elohim), ele é Deus (Elohim), o Deus (Elohim) fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos” (Deuteronômio 7:9).

“Se o Senhor é Deus (Elohim), segui-o, e se Baal, segui-o” (1 Reis 18:21)[...] para que este povo conheça que tu és o Senhor Deus (Elohim)”(1 Reis 18:37).


Nessas passagens, Elohim é chamado de Deus de forma absoluta, Aquele que, sozinho, é essencialmente divino (“A ti te foi mostrado para que soubesses que o Senhor é Deus (Elohim); nenhum outro há senão ele” [Deuteronômio 4:35]).
O Deus vivo não apenas reivindica validade exclusiva entre os hebreus (Êxodo 20:2 f.), mas também Se declara como o único Deus do mundo gentio e, de fato, o Deus de todo o universo criado (Isaías 45:18-23).
            Algumas civilizações da Antiguidade, tais como a grega, a romana e outras,utilizavam o termo theos (Θες) até mesmo para se referirem aos governantes ou imperadores então vigentes, que eram adorados como essencialmente divinos [i]. A mitologia homérica apresentava deuses que não possuíam a eternidade, que, no entanto, estavam além da mortalidade humana; os epicureus não atribuíam aos seus deuses uma eternidade[ii]não-temporal, mas uma infindável duração no tempo. Todavia, a Bíblia levanta um debate não apenas a respeito da natureza autêntica da vida divina, mas também da humana. As Escrituras afirmam que Deus torna Sua vita [vida] conhecida por meio de Sua própria iniciativa; e que a imago Dei comunicada na Criação concede à humanidade uma vida criatural [iii] superior àquela da existência animal. Contudo, de modo nenhum o homem, ou qualquer outra criatura, possui um potencial latente para a divindade. Filósofos das religiões antigas utilizavam o termo theos para poderes cósmicos impessoais; pelo simples uso de iniciais maiúsculas, eles outorgavam um status metafísico sobre o Divino, o Bem, o Uno e assim por diante (equivalentes modernos são, da mesma forma, dignificados como Espaço-Tempo ou Ser ou Fundamento). A partir de tais postulações, Deus e o cosmos, em parte ou no todo, se tornam idênticos.Alguns elementos do mundo – tomados na sua suposta necessidade intrínseca, nas suas leis irrevogáveis ou nos seus poderes evolucionários – são considerados divinos. Ao invés de reconhecer Deus como vivo e transcendente, os filósofos gregos – especialmente Heráclito e os estoicos – costumavam simplesmente equipar Deus à essência vivente do mundo. Todavia, as Escrituras não aprovam nem a antiga concepção estoica do universo como um organismo divino psicofísico, nem a visão hegeliana moderna do homem e natureza como manifestações evolucionárias do Absoluto [iv], nem ainda a deidade indefinida pela Filosofia do Processo como o fundamento imanente do universo e, consequentemente, um aspecto de toda experiência [v]. O Deus bíblico é uma realidade transcendente que preexiste tanto ao mundo quanto ao homem.
            A Filosofia do Processo preconiza uma superação da visão grega de um Deus “estático” que obscurece a relação eternamente ativa da divindade com o homem e mundo.
Além disso, tal visão também desconstrói a revelação bíblica do Deus vivo, opondo-se à ênfase central do teísmo escriturístico. E assim o faz substituindo a criação necessariamente divina do universo por uma criação sobrenatural voluntária [a teoria da Emanação], e excluindo os milagres definitivos como interpretações equivocadas dos processos naturais. A Teologia do Processo também considera o universo como o “corpo de Deus”, eclipsando, portanto, tanto a Encarnação de Deus em Jesus Cristo quanto a Igreja como o corpo regenerado sobre o qual o Cristo Ressurreto reina; além disso, tal concepção retira a graça de Deus manifesta em acontecimentos históricos como a Expiação Substitutiva de Jesus Cristo, bem como sua ressurreição corporal dentre os mortos. A filosofia decorrente da Teologia do Processo ulteriormente dissolve a Revelação bíblica excluindo o conteúdo conceitual-proposicional da auto-revelação de Deus e relacionando [equivocadamente] a atividade salvífica de Deus não primariamente com os atos redentivos históricos, mas antes com a resposta da fé interior do homem a um encontro interpessoal entre o divino e o humano. O que quer que os filósofos do Processo creiam ganhar com essas alternativas tais como a Deidade “estática”, na verdade, sua reconstituição projetada da natureza de Deus destitui a Divindade de Suas perfeições e atos característicos do Deus vivo da Bíblia, resultando numa visão teológica que é filosófica, bíblica e experiencialmente imprópria. A teoria que preconiza que a realidade criada é necessária[vi] a Deus, e que, em alguns aspectos, é divina, se afasta em aspectos cruciais da Revelação bíblica de Deus. Baseando-se na auto-revelação bíblica do próprio Deus, os teístas rejeitam a teoria que faz do universo o corpo de Deus e, portanto, um elemento essencial para Sua existência. Eles repudiam as perspectivas que substituem a doutrina bíblica da criação primordial de ordens graduais da vida por parte de Deus – como aquela de Schubert Ogden, para quem Deus muda a Si mesmo como “o fundamento primordial sempre presente [atualizado]” de um universo em evolução [vii]. A insistência de Ogden em afirmar que Deus existe necessariamente, mas que Sua essência é, em parte, dependente do universo, refuta a si mesma, porque se Deus existe necessariamente, Ele não pode ser essencialmente dependente; por outro lado, se Deus é essencialmente dependente, Ele não pode existir necessariamente.
            A Bíblia aprova menos ainda noções naturalistas que afirmam que o alimento e a água ou outros fatores materiais são totalmente responsáveis pela sobrevivência do homem; o alimento, de fato, nutre a vida humana, mas é Deus quem a dá (Lucas 12:15) e a sustém (Mateus 4:4). Embora o século XX alcançou uma qualidade superior de vida – o que a Bíblia recomenda à sua maneira que façamos –, a qualidade da vida divina sempre transcenderá a humana, pois ela é incomparável e sempre uniforme [constante] na sua supremacia. A redenção pode realmente elevar a vida criatural do homem caído em direção a incomparáveis alegrias humanas da “vida eterna” (João 3:16), concedendo uma vida humana imperecível que se expressa tanto no tempo quanto na eternidade. Mas Deus, por Sua vez, vive Sua própria vida distinta; um imenso abismo ontológico separa o homem, que “se tornou uma alma vivente” (Gênesis 2:7) e que possui a imagem de Deus (Gênesis 1:26), do Deus vivo que criou o homem e que o coroou de dons.
            O Deus da Bíblia tem vida em Si mesmo eternamente. Como alguns teólogos por vezes colocaram: Deus possui asseidade, isto é, vida de e por Si mesmo em liberdade independente. Sua vida essencial não corresponde simplesmente às suas relações pessoais com o cosmos e com os seres humanos. A vida que Deus possui em Si mesmo também não deveria ser comparada com a vida das criaturas através da simples afirmação de que a vida criatural existe através de Sua vontade e propósitos. O fato é que, embora céu e terra, obras de Suas mãos, hão de perecer (Salmos 102:25f), Deus, em Si mesmo, “permanece”. Ele não se tornou o Deus vivo por meio de Sua criação do universo, nem Se tornou o Deus vivo em algum “ponto” na eternidade passada; Ele é o único Deus vivo, e o é eternamente. Deus vive em eterna autoafirmação. Sua vida é tudo o que Ele pensa, decide e deseja em liberdade criativa. Deus perpetuamente quer e propõe Seu próprio ser; este ser não depende de nada externo a Si mesmo, embora também não se configure como internamente dependente – como se [este ser] existisse eternamente apenas no caso de Ele querer isso ou não.Ele deseja eternamente ser Ele mesmo na plenitude de Sua vitalidade independente, e nunca cessa de ser Ele mesmo. Deus existe em absoluta plenitude e poder. Ele é inteiramente livre para ser Ele mesmo e remove o mistério de Seu próprio ser fazendo conhecida Sua natureza interior mediante uma voluntária auto-revelação. Os deuses pagãos não podem auxiliar as pessoas, não podem sequer auxiliar a si mesmos. São simplesmente nulos: “Suas imagens esculpidas são uma fraude, eles não têm folego de vida” (Jeremias 10:14, NVI). Os ídolos são “inúteis” (Salmo 31:6). Samuel declara: “Não se desviem, para seguir ídolos inúteis, que não têm qualquer proveito nem podem livrá-los, pois são inúteis” (1 Samuel 12:21, NVI). Jeremias acrescenta: “Nossos antepassados possuíam deuses falsos, ídolos inúteis, que não lhes fizeram bem algum” (Jeremias 16:19, NVI).
            O Deus vivo deve ser obedecido, uma vez que, na Sua auto-revelação, Ele declarou sua vontade diretiva e autoritativa. Os falsos deuses não possuem mente nem vontade, eles não emitem nenhum convocação à obediência nem podem direcionar uma ação humana. “O SENHOR sozinho o [Israel] levou; nenhum deus estrangeiro ajudou” (Deuteronômio 32:12, NVI). Jeremias trata dos deuses pagãos que “nem sequer são deuses” (Jeremias 2:11, NVI). O profeta repreende a rebelião do povo de Israel e sua apostasia por meio da pergunta incisiva do SENHOR: “Por que deveria eu perdoar-lhe isso? Seus filhos me abandonaram e juraram por aqueles que não são deuses” (Jeremias 5:7, NVI). Isaías, por contraste, fala de toda a terra cheia da glória do Deus vivo (Isaías 6:3). Enquanto os falsos deuses não são poderes autenticamente divinos, o Antigo Testamento aponta que, através da imaginação do homem decaído, essas deidades recebem um poder de atração sobre a experiência humana, cativam a vontade dos indivíduos e obtêm uma resposta religiosa da parte dos homens. Tal resposta não apenas vitimiza os adeptos, mas também evoca o desprazer de Yahweh, pois Ele é um Deus ciumento: “Temam o Senhor, o seu Deus, e só a ele prestem culto, e jurem somente pelo seu nome.Não sigam outros deuses, os deuses dos povos ao redor;pois o Senhor, o seu Deus, que está no meio de vocês, é Deus zeloso; a ira do Senhor, o seu Deus, se acenderá contra vocês, e ele os banirá da face da terra” (Deuteronômio 6:13-15).
Tradução:
Fabrício Moraes




[i] Para maiores detalhes a respeito da adoração aos reis e imperadores, incluindo, evidentemente, a prática da proskynese, ver: KLAUCK, Hans-Josef. O entorno religioso do cristianismo primitivo II: culto aos governantes e imperadores, filosofia, gnose. Trad. Milton Camargo Mota. São Paulo: Loyola, 2011.
[ii] No sentido tomista do termo, isto é: “Assim, pois, por duas características se conhece a eternidade: o que nela está é interminável, isto é, não tem princípio nem fim, duas noções que implica o termo, e em segundo lugar, justamente por não ter sucessão, a eternidade existe total e simultaneamente”. Ver a tradução Da eternidade de Deus, disponível em: . Acesso em: 27 abr. 2014.
[iii]No original: “creaturelylife”
[iv]Na filosofia de Hegel, o termo alemão Geist(comumente traduzido por Espírito, mente ou alma) ou, mais especificamente Weltgeist (o Espírito do mundo) é, antes de tudo, uma estrutura filosófica que se manifesta e se efetiva na História mediante vários Volksgeister (Espírito dos povos), concretizados nas grandes figuras históricas (“universais concretos”). O Geist se manifesta nesse conjunto de contradições e oposições que, ao final, integram-se e se unem, sem eliminar qualquer dos polos ou reduzir um ao outro, realizando, portanto, uma síntese.
[v] Ver nota VI
[vi]Necessária no sentido filosófico do termo, ou seja, aquilo que “não pode não ser” ou que não pode deixar de existir – ou ainda, um ente que existe em todos os mundos possíveis (ver Argumento Ontológico Modal, de Alvin Plantinga, no qual se demonstra Deus (Ente de Máxima Grandeza) como Ser necessário.
[vii]Tese básica da “Teologia do Processo”. Segundo esta concepção, desenvolvida a partir da “filosofia do processo” do filósofo britânico Alfred North Whitehead, Deus possui como atributo essencial a capacidade de afetar e de se afetado/modificado por processos temporais e cósmicos. A ideia estrutural que perspassa esse sistema de pensamento é o pan-en-teísmo, que se pretendia uma espécie de ponte entre o teísmo e o panteísmo ao afirmar que o universo é uma espécie de “corpo de Deus”. Diferentemente do panteísmo, que apregoa a identidade absoluta entre Deus e o cosmos (isto é, Deus e o universo são a mesma coisa), o pan-en-teísmo (ou Krausismo) observa que tudo que existe está na divindade, e, portanto, com ela se identificam; todavia, a divindade as transcende, se encontra além do universo, mas sem perder sua unidade – uma metáfora comumente utilizada é a imagem dualista de que o cosmos seria o cérebro de Deus, o que possibilitaria a existência de sua mente que, assim como na psicologia dualista, não se confina ao elemento material. Nesse sentido, essa ideia se opõeà confissão teísta, especialmente no que concerne aos atributos e obras ad extra de Deus: Sua onipotência, imutabilidade, eternidade, providência e soberania. Ogden é um dos maiores representantes dessa corrente teológica equivocada. Com as novas perspectivas cosmológicas (o conceito do Universo em expansão e a escatologia física), a Teologia do processo se ramificou em outras correntes, tais como o “Teísmo aberto”. Para uma refutação desta última e defesa do teísmo tradicional, conferir: FRAME, John. Não há outro Deus. Uma resposta ao teísmo aberto. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. E também: PIPER, John; TAYLOR, Justin; HELSETH, Paul K. Teísmo aberto. São Paulo: Vida, [200?].

0 comentários :

Postar um comentário

OBSERVAÇÃO:
NEM TODAS AS POSTAGENS TRADUZEM, NECESSARIAMENTE, A OPINIÃO DO SITE MATÉRIAS DE TEOLOGIA

Soli Deo Gloria