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FUNDO

AS SETE TAÇAS DA IRA DE DEUS - Por Leonardo Dâmaso






TEXTO BASE: Ap 16.1-21

INTRODUÇÃO

      As sete taças da ira de Deus é o ápice do seu juízo. Semelhante e ao mesmo tempo conectada com as dez pragas no Egito e as sete trombetas que eram os alertas de Deus aos ímpios, as taças, entretanto, são a consumação da sua ira. No soar das trombetas, a ira de Deus estava entrelaçada com a sua misericórdia, porém nas taças, a sua ira é inexorável!     


      Hernandes Dias Lopes escreve:

      Enquanto as trombetas causam tribulações parciais, cujo objetivo é trazer ao arrependimento os impenitentes, as taças mostram que a oportunidade de arrependimento está esgotada. As trombetas atingem apenas um terço da natureza e dos homens, as taças trazem uma destruição completa. Enquanto nos selos e nas trombetas há um interlúdio antes da cena do juízo, agora não há mais interlúdio, as taças são derramadas sem interrupção.1

      Esta cena que precede a segunda vinda de Cristo e o juízo final pode ser dividida em 4 seções paralelas. Na primeira seção é descrito o flagelo de Deus sobre os homens (vs.1-9). Na segunda seção vemos o flagelo de Deus sobre a besta e o seu reino (vs.10-11). Na terceira seção a terra é destruída (vs.12-16). E por fim na quarta seção a terra é extinta do universo (vs.17-21).
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1- Hernandes Dias Lopes. Apocalipse, pág 303.

EXPLANAÇÃO

1- O FLAGELO DE DEUS SOBRE OS HOMENS (16.1-9)

A primeira taça (vs.1-2)

     No texto em pauta, é dito que João ouve uma forte voz vinda do santuário dizendo aos sete anjos que derramem as sete taças da ira de Deus sobre a terra. Por conseguinte, o primeiro dentre os sete anjos derramou a primeira taça na terra que feriu dolorosamente com feridas malignas as pessoas que tinham a marca da besta.

     A voz que João ouviu vinda do santuário era a voz do próprio Deus. Conforme podemos notar, no (15.8) o apóstolo enfatiza a glória de Deus e o seu poder. E também no (16.17) é descrito que após o derramar das sete taças, Deus diz do santuário que tudo está feito! NVI Portanto é o Deus soberano e bendito no qual enche o santuário com a sua glória e poder que envia os seus sete anjos a derramar as sete taças. Todavia, estas taças não devem ser entendidas como taças literais. As taças simplesmente denotam os juízos de Deus sendo executados.   

     Semelhante a sexta praga no Egito, onde os homens e os animais foram acometidos de feridas purulentas pelo corpo (Ex 9.10-11; Dt 28.35); após o primeiro anjo derramar a primeira taça sobre a terra, a saúde das pessoas é afetada.

Os alimentos, especialmente os produtos da terra serão infectados, e ao serem consumidos pelas pessoas, elas ficarão doentes e terão seus corpos dolorosamente afligidos por inúmeras feridas purulentas. Portanto, não são os crentes, mas os ímpios adoradores da besta o alvo indubitável da ira de Deus derramada nesta primeira taça.

A segunda taça (vs.3)  

     Se na primeira taça os homens são atormentados por doenças excruciantes, agora, nesta segunda taça, o mar é o devastado. Após o segundo anjo executar o juízo de Deus, a água do mar se tornou em sangue como de uma pessoa morta, que resultou na morte de todo o ser vivente no mar.

Apesar dos efeitos das taças serem diferentes dos das trombetas, as duas cenas ocorrem paralelamente 2. Enquanto a segunda trombeta matou um terço das criaturas que vivem no mar (8.8-9), a segunda taça traz morte a todos os seres vivos no mar.3 O mar ficará completamente poluído e sujo pelos corpos das criaturas mortas!

O suprimento alimentício provindo do mar é subtraído da raça humana.4 Este será um tempo de escassez! A fome será inevitável!

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2- Michael Wilcock. A mensagem de Apocalipse, pág 61.
3- Simon Kistemaker. Apocalipse, pág 555.
4- Ibid.

A terceira taça (vs.4-7)

     Após o mar se tornar em sangue na segunda taça, não obstante, a terceira taça quando derramada torna também os rios e as fontes de água em sangue. Via de regra, percebemos dois paralelos aqui nesta terceira taça:

Primeiro, temos o paralelo desta taça com a terceira trombeta, no qual o juízo de Deus foi parcial onde apenas um terço das águas se tornaram amargas culminando na morte de muitas pessoas (8.10-11). Por outro lado, temos o segundo paralelo, porém, com a primeira praga no Egito onde as águas tornaram-se em sangue (Ex 7.19; 17-18).

     Semelhante aos egípcios na época de Moisés que sofreram esta praga não podendo beber das águas dos rios devido à sua contaminação (Sl 78.44), todavia, esta terceira taça ao mesmo tempo difere e complementa a taça anterior nos seus efeitos.

Na segunda taça, as pessoas não têm mais o alimento provindo do mar devido a sua contaminação e poluição pelos corpos das criaturas mortas. Na terceira taça, tanto as pessoas como os animais ficarão sem água potável para beber também devido à poluição e contaminação dos rios.

Portanto, a água ficará imprópria para o consumo e, conseqüentemente, muitas pessoas morrerão pela sua falta. Haverá nesta fase da grande tribulação tanto escassez de alimento como de água!

     Por conseguinte, enquanto o anjo derrama a terceira taça, ele declara a justiça de Deus no seu julgamento contra os que mataram os santos de todas as eras que recebem a punição merecida e, ao mesmo tempo, engrandece a Deus como o justo juiz, eterno, santo, onipotente e vingador (vs.5-7).

O julgamento de Deus atingiu um mundo rebelde, para justiça dos que foram martirizados (6.9), e em resposta às orações dos santos perseguidos (9.13).5
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5- Hernandes Dias Lopes. Apocalipse, pág 306.

A quarta taça (vs.8-9)

    Nessa quarta taça, vemos que o quarto anjo executa o juízo de Deus afetando o sol intensificando o seu calor sobre os homens de maneira superlativa.

Os pecadores que não se arrependeram quando o sol escureceu na quarta trombeta são ago­ra punidos mediante a intensificação do calor do sol. O escurecimento eles podiam perceber e ignorar; quanto ao calor eles nada podem fa­zer a não ser senti-lo.6

     A luz do sol normalmente fornece calor e conforto a todos os seres vivos, especialmente à raça humana; agora o sol veio a ser um poder destrutivo. Em vez de ser uma benção, o sol veio a ser uma maldição.7   

O calor será escaldante sobre a terra! Além de sofrerem pela escassez de alimento e de água como resultado do juízo da segunda e da terceira taça, os seguidores da besta agora, nesta quarta taça derramada, sofrerão de um calor insuportável a ponto de serem queimados pela forte luz do sol sentindo grande ardência por todo o corpo.  

     No entanto, mesmo diante de todo este sofrimento, os homens não se arrependeram de seus pecados. Pelo contrário, antes eles blasfemaram contra Deus.

Simon Kistemaker ressalta que o fracasso (dos adoradores da bestaminha ênfase) em dar glória a Deus resulta do fato de Deus os abandonar. Deus faz com que os pecadores se endureçam em seus próprios pecados como um ato de juízo divino. Em suma, tais pessoas estão perdidas para sempre.8

(Rm 1.24-28) Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos dos seus corações, para a degradação dos seus corpos entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém.  Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam. NVI
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6- Michael Wilcock. A mensagem de Apocalipse, pág 62.
7- Simon Kistemaker. Apocalipse, pág 560.
8- Ibid, pág 561.

2- O FLAGELO SOBRE A BESTA E O SEU REINO (16.10-11)

A quinta taça (vs.10-11)

     Conforme vimos, os três primeiros flagelos atingiram a terra, o mar, os rios e o sol, cujo propósito era ferir e atormentar os adoradores da besta.  

Não obstante, este quinto flagelo agora é direcionado a besta e ao seu reino. Ou seja, ao império de Satanás. Assim como o Egito ficou em densas trevas como resultado da nona praga (Ex 10.21-23a), também o trono de Satanás juntamente com os seus adeptos que compõe o seu reino será tomado de densas trevas.

A nona praga que fez com que os egípcios ficassem na escuridão por três dias, “consistiu numa mudança física da natureza, mas o derramamento desta quinta taça provoca escuridão espiritual para todos os seguidores de Satanás. Essa escuridão espiritual começou no passado, continua no presente e é mundialmente abrangente”.

     William Hendriksen corrobora que o trono da besta é o centro do governo anticristão (veja Na 3.1; Hc 3.12-14). Quando a Assíria cai, ou a Babilônia, ou Roma, a totalidade do universo dos impenitentes parece entrar em colapso (17.9).

Os iníquos perdem toda a coragem. Desespe­ram-se. Mordem a língua de tanta dor, não só por causa dos flagelos, mas, também, por causa das feridas que foram aco­metidos quando a primeira taça foi derramada.10

      Michael Wilcock com muita propriedade escreve:

      O trono da besta é, de alguma for­ma, o maior golpe de Satanás. Ele invadiu toda a estrutura da socie­dade humana, levando-a para longe do propósito inicial de Deus, pervertendo-a para satisfazer seus próprios fins. O resultado é o "mun­do", a organização da sociedade humana, alienada de Deus. Este "mundo" é cópia da sociedade de Deus, a igreja. É o reino da besta em oposição ao reino de Cristo. E é sobre isto — sobre esta impo­nente estrutura, fruto do triunfo laborioso do dragão, sobre este rei­no coroado com o trono, e com o trono ocupado pela besta — que a quinta taça é derramada; e daí é a confusão.11

      Portanto, mesmo diante do sofrimento que se agrava no derramar de cada taça, contudo, nesta quinta taça os homens novamente não se arrependeram dos seus pecados expressos no final da sexta trombeta que são: culto aos ídolos, assassinato, feitiçaria, imoralidade sexual e roubo (9.20-21). Eles continuaram neste estilo de vida pecaminoso!

E mesmo sofrendo dolorosamente com as feridas purulentas como efeito da primeira taça derramada, os homens continuaram a blasfemar contra Deus por causa de todo o mal que os estava assolando. O tempo do arrependimento se foi para eles!
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9- Simon Kistemaker. Apocalipse, pág 562.
10- William Hendriksen. Mais que Vencedores, pág 122.
11- Michael Wilcock. A mensagem de Apocalipse, pág 62.

3- A TERRA É DESTRUÍDA (16.12-16)

A sexta taça (vs.12-16)    

      À medida que as taças vão sendo derramadas e os flagelos vão sendo executados, percebemos que o fim está perto e se aproxima celeremente. Essa taça é o último flagelo a ser executado antes do fim. No texto alume, podemos observar que o sexto anjo derrama a sua taça sobre o rio Eufrates que faz com que as águas deste rio sequem a fim de abrir caminho para os reis que vêm do Oriente.

Em seguida, é visto por João três espíritos imundos semelhantes a rãs saírem da boca do dragão, da besta e do falso profeta. Estes espíritos, diz o apóstolo, são os espíritos malignos que operam milagres e que vão incitar os governantes do mundo inteiro a se reunirem para o Armagedom, a grande batalha no dia final contra Cristo e a igreja.

Por conseguinte, no (vs.15) temos um interlúdio que antecede o Armagedom e o retorno de Cristo a terra que será repentino e inesperado.

Portanto, diante disso, Cristo exorta os crentes a permanecerem vigilantes na fé (Mt 24.42; 25.13; Mc 13.33), e se conservarem vestidos com a palavra de Deus a fim de resistirem e vencerem as tentações, o pecado, os ataques de Satanás e triunfarem sobre a mediocridade espiritual caracterizada pela nudez.   

     Via de regra, os três espíritos imundos que saem da boca de Satanás, do anticristo e do falso profeta que operam milagres não devem ser entendidos literalmente. Estes três espíritos na verdade “representam idéias, planos, projetos e métodos satânicos introduzidos dentro da esfera do pensamento e ação”.12

Estes espíritos por meio do anticristo e do falso profeta operam sinais extraordinários, cujo intuito é enganar as pessoas do mundo inteiro, em adição os governantes a fim de reuni-los para o Armagedom. “Essa batalha das nações contra Cristo e sua igreja é de inspiração satânica”.13   

(13.13) E realizava grandes sinais, chegando a fazer descer fogo do céu à terra, à vista dos homens. NVI

(Mt 24.24) Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. NVI

      Quanto ao significado do termo Armagedom, existem várias interpretações sugeridas pelos estudiosos. Contudo, a melhor interpretação para o Armagedom seria não entendê-lo literalmente como um lugar específico onde haverá a batalha final, porém, como um símbolo que representa o livramento de Deus para o seu povo em meio às veementes batalhas contra os seus inimigos.

Simon Kistemaker considera o termo Armagedom como um símbolo por meio do qual Deus livra seu povo do mal e demonstra que ele tem poder e a força para subverter seus inimigos.14 

Hernandes Dias Lopes acentua que o Armagedom é um lugar de muitas batalhas decisivas em Israel. Armagedom é um símbolo, mais do que um lugar. Fala da batalha final, da vitória final, quando Cristo virá em glória e triunfará sobre todos os seus inimigos.15

      William Hendriksen sintetiza complementando:  

      O Armagedom é o símbolo de toda batalha na qual, quando a necessidade é grande e os crentes são oprimidos, o Senhor, de repente, manifesta o seu poder a favor de seu povo angustiado e vence o inimigo.
Mas a verdadeira, grande e final batalha do Armagedom coincide com aquele período quando Satanás será solto, quando o mundo, sob a sua direção, do governo anticristão e da religião anticristã, o dragão, a besta e o falso profeta se congregam contra igreja para a batalha final, e a necessidade é maior; quando os filhos de Deus oprimidos de todos os lados clamam por socorro, então Cristo aparecerá de repente e dramaticamente para livrar o seu povo. Aquela tribulação final, aquela aparição de Cristo em nuvens de glória para livrar o seu povo é o Armagedom!16    

      Sendo assim, a sexta taça e os seus flagelos descrevem o Armagedom e a segunda vinda de Cristo. Fatos que acontecem simultaneamente “quando Satanás percebe que a sua derrota é inevitável, ele incita as nações contra Deus. Nessa batalha final Jesus esmaga todos os inimigos debaixo dos seus pés. É o fim”.17  
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12- William Hendriksen. Mais que Vencedores, pág 123.
13- Ibid.
14- Simon Kistemaker. Apocalipse, pág 571.
15- Hernandes Dias Lopes. Apocalipse, pág 308.
16- William Hendriksen. Mais que Vencedores, pág 123.
17- Hernandes Dias Lopes. Apocalipse, pág 308.

 4- A TERRA É EXTINTA (16.17-21)

A sétima taça (vs.17.21)

      Com a sexta taça derramada, a terra foi destruída, agora, com a sétima taça derramada, a terra é extinta. Essa taça afeta o ar que provavelmente é restringido por completo da terra que culmina na morte de todos os seres vivos. Depois disso, houve, então, relâmpagos, vozes, trovões e um forte terremoto. NVI

Estes sinais, contudo, enfatizam a presença de Deus acompanhada do seu juízo. Podemos ver Deus também manifestar o seu juízo com um terremoto na abertura do sexto selo (6.12).

      No entanto, este terremoto aqui sobrepuja em intensidade e poder todos os outros terremotos já ocorridos na história, pois destruiu completamente a grande cidade da Babilônia partindo-a em três partes (17.18; 18.10, 18-19, 21). O império maligno de Satanás é totalmente destruído.

Em seguida, é descrito mais uma expressão de juízo. É mencionado aqui, assim como no (6.14) na abertura do sexto selo que todas as ilhas fugiram, e as montanhas desapareceram. NVI Esta passagem denota a terra sendo restaurada e transformada por Deus quando Ele se assenta no grande trono branco para o dia do julgamento (20.11).

E por fim, caíram sobre os homens, vindas do céu, enormes pedras de granizo, de cerca de trinta e cinco quilos cada. Assim como a chuva de granizo, a sétima praga no Egito atingiu e destruiu os homens, os animais e as plantações, “a chuva de granizo que matou os amonitas durante a conquista de Israel pela terra (Js 10.11), e a chuva de granizo, mencionada pelos profetas, é descrito como uma força destrutiva (Is 32.19; Ez 13.11, 13; 38.22)”.18  

     A chuva de granizo aqui derramada pela sétima taça é ímpar no que tange o seu efeito. Esta chuva assim como o terremoto sobrepuja em intensidade e poder de destruição em relação às outras chuvas de granizo que ocorreram na história. Porém, mesmo assim, os homens ainda blasfemaram contra Deus por causa deste terrível flagelo.  
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18- Simon Kistemaker. Apocalipse, pág 575.

CONCLUSÃO

     Os Israelitas não foram poupados e passaram pelas dez pragas que devastaram o Egito. Porém, Deus livrou o seu povo do juízo. Deus livrou os Israelitas da chuva de granizo, que foi a sétima praga. (Ex 9.26) Somente na terra de Gósen, onde estavam os israelitas, não caiu granizo. NVI

Deus livrou os Israelitas do enxame das moscas, que foi a quarta praga. (Ex 8.22-23) "Mas naquele dia tratarei de maneira diferente a terra de Gósen, onde habita o meu povo; nenhum enxame de moscas se achará ali, para que você saiba que eu, o Senhor, estou nesta terra. Farei distinção entre o meu povo e o seu. Este sinal miraculoso acontecerá amanhã". NVI

Deus livrou os animais dos Israelitas da morte, que foi a quinta praga. (Ex 9.4) Mas o Senhor fará distinção entre os rebanhos de Israel e os do Egito. Nenhum animal dos israelitas morrerá". NVI

Deus livrou os Israelitas das trevas, a nona praga. (Ex 10.22-23) Moisés estendeu a mão para o céu, e por três dias houve densas trevas em todo o Egito. Ninguém pôde ver ninguém, nem sair do seu lugar durante três dias. Todavia, todos os israelitas tinham luz nos locais em que habitavam. NVI

Deus livrou os Israelitas da dor da morte do filho primogênito, que foi a décima praga. (Ex 11.7) Entre os israelitas, porém, nem sequer um cão latirá contra homem ou animal’. Então vocês saberão que o Senhor faz distinção entre o Egito e Israel! NVI

     Semelhante aos Israelitas, a igreja passará pela grande tribulação assim como passará pelas sete taças da ira de Deus. Isto é uma verdade incontestável! Porém, em contrapartida com os ímpios que serão terrivelmente flagelados por Deus, os crentes, todavia, são protegidos do efeito assolador das sete taças. A igreja passará pelas sete taças, mas não sofrerá o juízo das sete taças.

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