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GUERRA ESPIRITUAL - Por Leonardo Dâmaso



Ef 6.16  Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.

      Paulo agora vai tratar sobre um dos assuntos e um dos ítens mais importantes e necessários que compõe e faz parte da armadura de Deus, e que muitos cristãos não têm observado, e tomado como parte fundamental na guerra espiritual, se quiserem obter êxito nas batalhas que formam essa guerra, o escudo da fé. Quanto ao significado da palavra tomando, podemos entender como se Paulo estivesse dizendo para
tomarmos no sentido de “acima de tudo mais em importância”. Além do mais, sobretudo introduz tudo o que vem a seguir, não somente o escudo da fé, mas também o capacete da salvação e a espada do espírito (vs.17). É uma introdução geral para a apresentação que Paulo nos faz dessas partes da armadura adicionais.

      John Stott corrobora que: “Devemos embraçar não tanto (sobretudo) como se fosse a mais importante dentre todas as armas, mas, sim, sempre, como algo indispensável”.

      As 3 primeiras partes da armadura são peças que se prendem de maneira especial ao corpo. Como no caso do cinto; é algo que se coloca fixamente, você como que o grampeia e o coloca firme na posição certa. A mesma coisa com a couraça da justiça, você a coloca fixamente sobre si. E, contudo, pode-se dizer o mesmo das sandálias. Indubitavelmente, conclui-se que, as 3 partes da armadura são presas firmemente desse modo especial, e assim ficam imóveis. Mas, no caso das 3 partes subseqüentes, a diferença é clara. Você não fixa o escudo no corpo; é algo que fica separado de você. Você o toma e o usa, porém ele não fica ligado ao seu corpo. Aplica-se o mesmo ao capacete, que era semelhante a um quepe que se punha na cabeça e tirava facilmente. E evidentemente a espada não faz parte também de nós, mas é algo que empunhamos e usamos quando necessário.

     Isso denota porque Paulo dispensa o termo que estava empregando, (tendo) cingidos os vossos lombos com a verdade, e (tendo) vestida a couraça da justiça; e (tendo) calçados os pés na preparação do evangelho da paz (vs.14-15); e agora muda a palavra e diz, tomando. Você “tem” aquelas outras peças colocadas, sempre; entretanto, (toma) o escudo, o capacete e a espada e os utiliza. E mais uma diferença que na verdade redunda é que, as 3 primeiras partes são mais ou menos “passivas e preparatórias”, o soldado as veste e as mantém no corpo. Todavia, quando chegamos ao segundo grupo, imediatamente nos vem à idéia de atividade. O soldado pode estar sentado no seu alojamento no quartel em um período de descanso, mas continua com o seu cinto da verdade, a sua couraça da justiça e as suas sandálias. Então, de repente soa o alarme ou alguém chama o soldado avisando que o inimigo chegou de surpresa invadindo o quartel e está atacando o os outros soldados, ele imediatamente toma o seu escudo e a sua espada, põe o quepe, e sai correndo. A idéia é de uma atividade, de uma luta, de uma batalha real. Você não tem nas mãos o escudo, quando está descansando; você o coloca em algum lugar, e faz o mesmo com a espada. Contudo, no momento em que o inimigo entra em ação e há uma batalha, você como soldado ou soldada tem que tomar essas coisas para estar pronto para lutar.

      A palavra que Paulo emprega salienta, não o pequeno escudo redondo que deixava a maior parte do corpo desprotegida mas, sim, o longo escudo retangular, medindo mais ou menos 1, 25 metro de altura por 0,75 centímetros de largura, e era de forma oval, feito de duas camadas de madeira coladas juntas, e cobertas primeiramente com linho e depois coberto de couro resistente; freqüentemente as várias camadas de couro eram ensopadas e socadas antes da batalha, a fim de apagar os dardos incendiários do inimigo. Além disso, era fixado com ferro em cima e em baixo. A idéia original era de uma porta que você segurava em sua frente, e atrás da qual podia ficar oculto. Mais tarde esse escudo foi modificado tomando forma oblonga, todavia ainda se destinava a cobrir a maior parte do corpo. E esse escudo era especialmente projetado para apagar os perigosos mísseis incendiários (ou dardos inflamados) que eram empregados, especialmente as flechas, que eram acesas e atiradas.

     Além do mais importante ainda é, que, o escudo tinha uma cobertura de metal à prova de fogo sobre a superfície, que para quando o soldado o segura-se para enfrentar o inimigo que estivesse atirando dardos em chamas nele, os dardos atingissem esse forro de metal à prova de fogo. Indelevelmente o escudo é necessário para apagar todos os dardos inflamados do inimigo. Os dardos inflamados eram de madeira ou de metal, mas a sua característica principal era que tinham uma ponta aguda. Era como flechas ou setas, e eram feitos de um material que fora embebido numa substância inflamável. Depois esse material, impregnado dessa substância inflamável, era enrolado na ponta do dardo, bem apertado, até ficar firmemente na posição. Daí quando já estavam prontos para atacar o inimigo (ou soldado), tocavam fogo nesse material inflamável, para que ficasse em chamas, e atiravam os dardos em direção a ele.

     E se um desses dardos penetrassem, as chamas aumentariam, queimariam uma parte do corpo do inimigo e o punham fora de combate. Dessa maneira preparavam o caminho para o ataque em massa das tropas inimigas ao seu oponente. Os soldados costumavam lançar estes dardos sobre o inimigo em grande profusão, de todas as direções concebíveis, para causar confusão. E, tendo preparado o caminho desse modo, as tropas avançavam. Essa era a maneira antiga de fazer o que nas guerras modernas se conhece como barragem preliminar de fogo, a fim de preparar o avanço da infantaria.
      Quais, pois, são todos os dardos inflamados do maligno, e como e onde eles podem nos atingir? Embora Paulo não dê exemplos individuais destas setas inflamadas, estas, e outras, por mais que a figura de linguagem possa representar, são extintas pela fé. Senão vejamos:

      Warren Wiersbe afirma que:O diabo lança dardos de fogo em nosso coração e em nossa mente: mentiras, pensamentos blasfemos, pensamentos de ódio contra os outros, dúvidas e ardentes desejos de pecar. Se não apagarmos esses dardos pela fé, eles acendem fogo em nosso interior e nós desobedecemos a Deus”.

      Nessa mesma linha de pensamento John Stott diz que: “Os dardos inflamados do diabo sem duvida incluem suas acusações maliciosas que inflamam a nossa consciência com aquilo que (se estamos abrigados em Cristo) somente pode ser chamada de falsa culpa. Outros dardos são indesejados pensamentos de dúvida e de desobediência, de rebeldia, de concupiscência, de malicia ou de medo”.

      Calvino argumenta que: “Os dardos de Satanás não são só pontiagudos e penetrantes, mas, — o que é ainda mais terrível — eles são ardentes”.    

      Nessa mesma opinião, William hendrisksen salienta que: “na aljava do diabo há todas as espécie de dardos ardentes. Alguns desses dardos inflamam a dúvida, outros a lascívia, a cobiça, a vaidade (excessiva) e inveja”.
     Sobre o ataque demoníaco contra a igreja de Éfeso, através dos dardos inflamados, Wood escreve, “Mas, no contexto de Efésios, eles parecem ter deliberadamente tentado destruir a unidade do corpo de Cristo” (3.14-22; 4.1-16, 27) através da invasão de doutrinas falsas e fomentação de dissensão (4.2, 21, 31, 32; 5.6) Paulo instrui os filipenses a serem “de mesma mente” (Fp. 2-2), e que eles deveriam “com uma só mente” estar “lutando juntos pela fé do evangelho” (1.27). Uma igreja pode dificilmente ser “de mesma mente” se seus membros não concordarem sobre o conteúdo do evangelho, e quando as doutrinas falsas controlam as mentes de muitos cristãos professos. Divisão e heresia impregnam a igreja hoje, pois ela negligencia o estudo da teologia e apologética bíblica”. 

     As falsas doutrinas são como “setas ou dardos inflamados”, rapidamente espalham destruição. Mas o escudo da fé pode “apagar todas as setas inflamadas do Maligno”. Se o escudo da fé refere-se ao conteúdo da fé cristã, então, usá-lo significa aprender e afirmar o conteúdo da Escritura. Aqueles que entendem completamente e afirmam fortemente as doutrinas bíblicas são capazes de resistir e sobrepujar as falsas idéias que são lançadas no seu caminho. Embora isto requeira força e disciplina, para tomar este escudo e mantê-lo diante de nós, seu uso é, algumas vezes, notadamente simples, especialmente quando o usamos para impedir ataques contra as nossas mentes. 

     Nessa mesma linha de pensamento, Watchman Nee expõe algo muito importante para nós, ele sintetiza que: Se o cristão deixar que Satanás introduza ensinos falsos em seus pensamentos, ele correrá o risco de se apartar de uma devoção sincera e pura para com Cristo. São essas as obras que a "serpente" está realizando hoje. Satanás tem se disfarçado em anjo de luz, a fim de levar os santos a cultuar, com seu intelecto, um outro Jesus, que não é o Senhor; a receber um outro espírito que não é o Espírito Santo; e, por meio deles, propagar uma mensagem diferente do evangelho da graça de Deus. O adversário transforma essas "doutrinas" em pensamentos e, depois, as impõe à mente do cristão. Como é trágico que tão poucos reconheçam a realidade dessa atividade maligna”.

(2Cor. 11,13-15) Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.
(Gl. 1,6-8) Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.

      Lloyd Jones ressalta que: “Mas às vezes os dardos tomam a forma de imaginações. Ele (satanás) pode trazer à mente cenas, pode representar eventos, pode pintar quadros vívidos, pode torná-los reais. Dessa maneira ele lança os seus dardos contra nós nos domínios da imaginação. Ele faz a mesma coisa nos domínios dos desejos, das paixões e das cobiças – inflamando-os, incitando-os com tremendo calor”.
      A mente do homem é a sede do pensamento. É ela que nos dá condições de conhecer, pensar, imaginar, lembrar e entender. O intelecto, a sabedoria, a inteligência e o raciocínio humanos pertencem à mente. De modo geral, a mente é o cérebro. "Mente" é um termo psicológico; "cérebro", um termo fisiológico. A mente da psicologia é o cérebro da fisiologia. A mente exerce um importante papel na vida humana porque o pensamento influencia a ação. De acordo com a Bíblia, a mente do homem é singular, pois constitui um campo de batalha onde Satanás e os espíritos malignos contendem contra a verdade e, conseqüentemente, contra o cristão. Podemos ilustrar essa batalha da seguinte maneira: À vontade e o espírito do homem são como uma fortificação que os espíritos malignos desejam capturar. O campo onde se trava a batalha pela conquista dessa fortificação é a mente.

      A mente sofre a investida violenta dos poderes das trevas mais que qualquer outra parte do homem. Precisamos reconhecer que os espíritos satânicos dedicam uma atenção especial à nossa mente e a atacam incessantemente, "como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia" (2Cor. 11-3). Não foi o coração de Eva que Satanás atacou primeiro, mas, sim, a mente. De igual forma, hoje, os espíritos malignos atacam nossa cabeça, e não nosso coração, a fim de nos apartar da simplicidade e pureza que há em Cristo. Eles sabem que a mente é o ponto “mais fraco” de nosso ser. E que, antes de crermos, ela foi à fortaleza deles (2Cor. 4-4) Nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. E ainda não se acha totalmente dominada pelo Espírito, porque a nossa nova natureza habita numa carne não redimida. Então, o caminho mais fácil para a realização dos propósitos satânicos é o ataque à mente. O coração de Eva era sem pecado e mesmo assim ela aceitou os pensamentos sugeridos por Satanás. Desse modo, ela foi enganada pelo logro maligno, perdendo seu raciocínio, e caindo na armadilha do inimigo.
     O crente deve ter o cuidado de não se orgulhar de possuir um coração honesto e sincero, porque, se não aprender a repelir os espíritos malignos de sua mente, continuará a ser tentado e enganado, perdendo, conseqüentemente, o poder da sua vontade.

     O que o diabo supõe e espera que ocorrerá é que o cristão que está sendo atacado pelos dardos, entenda que esses “pensamentos são dele mesmo” e comece a duvidar de sua própria conversão; e o diabo pode atirar também no cristão palavras e frases, imprecações, linguajar horrível etc. Pode parecer que a sua mente esteja cheia dessas coisas. Mas nenhuma delas procede do crente. Vem do diabo, que tenta abalá-lo, tenta confundi-lo, tenta persuadi-lo de que não é crente, e de que nunca foi um verdadeiro cristão. Ele tenta também lançar no coração do crente o ódio, rancor, antipatia, pelas pessoas, às vezes, sendo que essas pessoas não fizeram nada contra o individuo; E se a pessoa não identificar logo esses dardos, eles podem derrotar completamente o cristão e colocá-lo numa espécie de prisão mental de culpa, desânimo, de frustração e de fraqueza espiritual. São essas algumas das maneiras pelas quais os dardos ou setas entram na nossa mente, e principalmente, como digo, na esfera dos pensamentos.
    
     E de que forma os cristãos podem se proteger dos dardos inflamados do maligno?

     Só há um modo de lidar com esses ataques. Temos que usar o escudo da fé. É a única coisa capaz de apagar os dardos. Ou seja, quando estas setas vierem sobre vocês, não exponham o peito deixando que os dardos atinjam a couraça da justiça. A palavra tomando (vs.16), do grego (analambano) traduzido significa: “levantar, receber no alto, tomar”. O que devemos fazer é tomar, levantar e segurar firme o escudo, de modo que eles atinjam aquela parte do escudo especificamente destinada a resistir-lhes quando se inflamarem contra ele, e assim o soldado não sofrera dano algum. Temos que estar prontos para enfrentá-los por todos os lados. Temos que estar com os pés calçados com a preparação do evangelho da paz (vs.15). Temos que ser ágeis, segurando o escudo em todas as direções, apagando um dardo aqui e outro ali, e assim evitaremos muitos problemas na nossa vida. Somente a fé nos capacitará a enfrentar estes ataques particulares;

(1Jo. 5-4) Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.

 (1Pe. 5-8) Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;

      A fé é a capacidade de aplicar rapidamente o que cremos as promessas de Deus de forma a repelir tudo o que o diabo faz ou tenta fazer conosco. Fé não é meramente ou teoria intelectual; a fé inclui aquilo que acreditamos, a fé sempre prática, a fé sempre faz aplicação da verdade. Lembra-se da tentação de Jesus no deserto (Mt. 4-1, 11), Cristo venceu o diabo aplicando a palavra pela fé em rebate contra o engano de satanás, deturpando o sentido verdadeiro das escrituras.

      John Macarthur diz que: “A confiança continua do cristão na palavra e na promessa de Deus é absolutamente necessária (sobre todas as circunstâncias) para protegê-lo das tentações de toda sorte de pecado”.

      Calvino comentando sobre o escudo da fé e a espada do Espírito afirma que: “No combate espiritual, esses dois mantêm a mais elevada posição. Por meio da fé, repelimos todos os ataques do diabo; e por meio da palavra de Deus, o próprio inimigo é completamente esmagado. Se a palavra de Deus é eficaz em nós mediante a fé, então estaremos mais que suficiente armados, tanto para repelir quanto para pôr em fuga o inimigo”.

      E conclui-se que, a fé age como nosso escudo porque ela nunca aponta para si mesma, mas sempre aponta para o seu objetivo, ou seja, para o próprio Deus, Ele é o único em que podemos confiar.

(Sl. 18-2) O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.

(Sl. 18-30) O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é provada; é um escudo para todos os que nele confiam.

(Sl. 91-4) Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.

(2Sm. 22-31) O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do SENHOR refinada; e é o escudo de todos os que nele confiam.

     O escudo da fé nos encaminha para o poder de Deus, e no momento em que nos escondermos atrás dele, todos os dardos inflamados do maligno serão apagados e se reduzirão a nada, não poderão tocar em nós, ao qual resistimos firme na fé.


Notas:


1-MARTIN LLOYD JONES, o soldado cristão: pág 11-24, 154-164, 165-175, 201-211, 235-256, 270-282, 283-293, 296-307, 308-332.
2- JOHN STOTT, a mensagem de efésios: pág 200, 212, 213, 214, 215, 216, 217, 219, 221.
3- WILLIAM HENDRIKSEN, comentário de efésios: pág 136, 322, 323, 325, 329, 330, 335, 336.
4- VICENT CHEUNG, armadura de Deus.
5-CHARLES HODGE, Commentary on Ephesians; Banner of Truth Trust, 1991; pág 286.
6-COMENTÁRIO DA BÍBLIA DE ESTUDO MACARTHUR.
7- JAMES STRONG, dicionário grego do novo testamento.
8- NOVO TESTAMENTO INTERLINEAR, grego/português.  
9- HERNANDES DIAS LOPES, comentário de efésios: pág 180, 184, 185, 187, 188.
10- FRITZ RIENECKER/ CLEON ROGERS, chave lingüística do novo testamento grego: pág 400, 401, 402.
11-JOÃO CALVINO, Comentário de efésios: pág 188, 194.
12-GORDON FEE, God's Empowering Presence; Peabody, Massachusetts: Hendrickson Publishers, 1994; pág 728-729.
13- EBERHARD HAHN, comentário esperança de efésios pág 83, 85.
14- WATCHMAN NEE, o homem espiritual vol.1: pág 46, 47.
15- WATCHMAN NEE, o homem espiritual vol.3: pág 7, 8.
16- BARTH, Ephesians: pág 798.  
17- WARREN WIERSBE, comentário bíblico expositivo: pág 75, 76, 78.
18- WILLIAM BARCLAY, comentário do novo testamento de efésios: pág 138.
19- A MENSAGEM, bíblia em linguagem contemporânea.
20- Bíblia NVI.
21- Bíblia NTLH.

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