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10 HOMENS COM QUEM UMA MULHER CRISTÃ NÃO DEVE CASAR - por J. Lee Grady

10 HOMENS COM QUEM UMA MULHER CRISTÃ NÃO DEVE CASAR


pedindo em casamento

Minha esposa e eu criamos quatro filhas – sem espingardas em casa! – e três delas já se casaram. Nós amamos nossos genros, e é óbvio que Deus escolheu a dedo cada um deles para combinar com os temperamentos e personalidades das nossas filhas.

Eu sempre achei que Deus gosta de agir como “casamenteiro”. Se Ele pôde fazer isso por minhas filhas, Ele pode fazer por você.

Hoje, eu conheço muitas amigas solteiras que gostariam bastante de encontrar o cara certo. Algumas me dizem que as opções são escassas em suas igrejas, então, estão se aventurado no mundo dos encontros online. Outras desistem em desespero, imaginando se ainda resta algum cristão decente por aí. Elas começam a questionar se deveriam baixar seus padrões para encontrar um par.

POR QUE ADORAR E SERVIR A DEUS? - Charles Spurgeon



Por que adorar e servir a Deus? 


charles spurgeon

A razão para adorar e servir a Deus encontra-se nestes três motivos que estão no Salmo 100.5: 
“Porque o Senhor é bom, e eterna a sua Misericórdia; e a sua Verdade estende-se de geração em geração” 
Deus é bom, é justo, correto, verdadeiro, gentil e benevolente. 
Em uma só palavra Deus é amor.

Quem não lhe serviria? 

A INFÂNCIA DE JESUS ATÉ OS 12 ANOS - Vídeo


jesus augustus nicodemusA INFÂNCIA DE JESUS ATÉ OS 12 ANOS

 Dr. Agustus Nicodemus Lopes, neste vídeo, faz exposição de Lucas 2.39-40.
Existem muitas especulações sobre o período da vida de Jesus entre o seu
nascimento e juventude. Mas veja o que, de fato, a Bíblia nos fala e ensina:



POR QUE NÃO HÁ MAIS APÓSTOLOS HOJE? - por Augustus Nicodemus Lopes

POR QUE NÃO HÁ MAIS APÓSTOLOS HOJE?


apostolos

Em sua polêmica contra os escribas e fariseus, Jesus de certa feita se referiu a seus apóstolos como aqueles que, à semelhança dos profetas, sábios e escribas enviados por Deus ao antigo Israel, seriam igualmente enviados, rejeitados, perseguidos e mortos (Lc 11.49 com Mt 23.34).
Desta forma, ele estabelece o paralelo entre os apóstolos e os profetas como enviados de Deus ao seu povo.

Tem sido observado que os sucessores dos profetas do Antigo Testamento, como Isaias, Jeremias, Ezequiel, Daniel e Amós, por exemplo, não foram os profetas do Novo Testamento, que tinham ministério nas igrejas locais, mas os apóstolos de Jesus Cristo, mais especificamente os doze e Paulo.1 

A MULHER PODE PREGAR? (parte 2)

Mulheres Pregadoras: Uma Resposta a John Piper



Por Andrew Wilson

     Poucas semanas atrás, como parte do excelente podcast “Pergunte ao Pastor John”, John Piper foi perguntado sobre se as mulheres são permitidas a pregarem sermões, e se estariam fazendo isto sob a autoridade dos oficiais do sexo masculino da igreja. Sua resposta foi não.

     Bem, eu tenho o maior respeito e afeto por John Piper, que não apenas tem sido uma grande benção para mim teologicamente como também um grande encorajamento para mim pessoalmente.

     Mas nós temos mulheres pregando sermões aqui na Kings Church Eastbourne, e isto é algo a respeito do qual eu tenho argumentado a favor e defendido publicamente em vários contextos. Então eu creio que vale a pena explicar aqui aonde é que eu e John Piper diferimos neste assunto.

MÃE, NÃO ABRA MÃO DE SEUS SONHOS

MÃE, NÃO ABRA MÃO DE SEUS SONHOS
 

Ana tinha um sonho. Esse sonho alimentava a sua vida.

Ana tinha um problema insolúvel, ela o apresentava a Deus.

AS DEZ VIRTUDES DE UMA MULHER FELIZ

 AS DEZ VIRTUDES DE UMA MULHER FELIZ

Referência: Provérbios 31.10-31

Por Hernandes Dias Lopes



INTRODUÇÃO

1. A mulher foi criada à imagem e semelhança de Deus, para a glória de Deus e felicidade do homem. Ela é um presente de Deus, uma auxiliadora idônea para o homem, o centro dos seus afetos, a prioridade dos seus relacionamentos. Ela é a última a ser criada no universo, o mais belo poema de Deus, a coroa da criação!
2. Esse texto de Provérbios é um acróstico. Cada verso começa com uma letra do alfabeto Hebraico. É uma homenagem à mulher. Não poderia ter outro jeito mais sublime de concluir o livro de Provérbios. Esse texto nos fala sobre os dez atributos da mulher feliz.

I. ELA É PRECIOSA – V. 10

9 FORMAS COMO O EVANGELHO TRANSFORMA O CASAMENTO

9 Formas como o Evangelho transforma o Casamento

casamento blindado

por Jonathan Parnell

Jesus Cristo, o Filho de Deus, sofreu na cruz em nosso lugar e foi ressuscitado triunfantemente dos mortos. Ele ascendeu à destra do Pai e está agora entronizado, enviando seu Espírito que pela Palavra junta para si mesmo um novo povo de cada tribo, língua e nação. Este novo povo — a igreja — são aqueles que pelo arrependimento do pecado e a fé em Jesus são recebidos na comunhão com Deus e agora esperam pelo seu reino vindouro.

Nós sabemos que estas notícias mudam tudo. Elas têm de mudar tudo. Mas como?

E quanto à vida diária? E quanto aos relacionamentos? Ou mais especificamente, e quanto ao casamento?

Em seu livro, Love That Lasts [Amor que Dura*], Gary e Betsy Ricucci listam nove maneiras em que o evangelho afeta diretamente o casamento (e muito mais).

1 - Por causa do evangelho, os cristãos se tornaram novas criaturas (2 Coríntios 5:17). Portanto, em nosso casamento, nosso passado não nos define, nos confina ou determina nosso futuro.

2 - Por causa do evangelho, nós somos perdoados (Efésios 1:7). Portanto, podemos viver livres de toda a culpa e condenação por cada pecado, e podemos confiar que Deus, em sua misericórdia, será gracioso para conosco.

3 - Por causa do evangelho podemos perdoar, assim como Cristo nos perdoou (Efésios 4:32). Nada feito contra nós se compara ao nosso pecado contra Deus. Portanto, toda ofensa, hostilidade, e amargura entre cristãos podem ser completamente perdoadas e removidas.

4 - Por causa do evangelho, somos aceitos por Deus (Romanos 15:7). Portanto, não somos dependentes de um cônjuge para quem somos ou o que precisamos.

5 - Por causa do evangelho, o poder governante do pecado sobre nós está quebrado (Romanos 6:6, 14). Portanto, podemos autenticamente obedecer a tudo o que Deus nos chama a fazer em nosso casamento, independente de qualquer circunstância ou situação.

6 - Por causa do evangelho, temos acesso a Deus através de Cristo (Hebreus 4:14-16). Portanto, podemos levar a qualquer momento qualquer necessidade em nosso casamento Àquele que pode fazer todas as coisas.
 
7 - Por causa do evangelho, temos esperança (Romanos 5:1-4). Portanto, podemos suportar qualquer dificuldade conjugal, adversidade, ou sofrimento, com a certeza de que Deus está trabalhando para nosso maior bem (Romanos 8:28).

8 - Por causa do evangelho, Cristo habita em nós por meio de seu Espírito Santo (Gálatas 3:13-14). Portanto, estamos confiantes de que Deus sempre está conosco e está sempre trabalhando em nosso casamento, mesmo quando o progresso é imperceptível (1 Tessalonicenses 5:23-24).

9 - Por causa do evangelho, temos o poder para lutar e superar o pecado remanescente, que continua a habitar e guerrear dentro de nós (Romanos 7:19-21, 24-25; Gálatas 5:16-17). Este inimigo interno representa a essência da chamada doutrina do pecado.




***

Love That Lasts: When Marriage Meets Grace (Crossway, 2006), 22–23, numeração adicionada.

Por Jonathan Parnell © 2012 Desiring God Foundation. Usado com permissão. 
Website em português: www.satisfacaoemdeus.org. 
Original: Nine Ways the Gospel Transforms Marriage
Tradução: Alan Cristie, 
Editora Fiel © Todos os direitos reservados

Fonte: 
voltemosaoevangelho.com

EVANGELISMO E A FÉ REFORMADA

EVANGELISMO E A FÉ REFORMADA
evangelismo e fé reformada
Por Rev. Ronald Hanko


Vários dos nossos leitores solicitaram uma perspectiva Reformada sobre o evangelismo. Visto que esse é um assunto importante, esperamos gastar várias edições[1] sobre o mesmo.

SOBRE PURITANOS, PURITÂNICOS E NEOPURITANOS

puritanos movimentoPor Augustus Nicodemus

 

À semelhança de outros rótulos que rolam no meio evangélico, “puritano” é um dos mais mal compreendidos e um dos que é usado mais eficazmente para destruir a reputação de alguém. O termo tem conotação pejorativa hoje em dia. Um puritano é visto como alguém de moralidade falsa ou hipócrita, e por mais que os simpatizantes dos antigos puritanos tentem passar uma imagem positiva a respeito deles, a mancha negativa (e injusta) permanece. Os puritanos viveram entre o século XVI e XVIII. Eram leigos e ministros ordenados da Igreja da Inglaterra e das igrejas presbiterianas, batistas e congregacionais.

O apelido “puritanos” foi colocado por seus inimigos, para ironizar o ideal de pureza que defendiam. O puritanismo não era uma denominação, mas um movimento dentro da Igreja da Inglaterra e das igrejas independentes, que desejava maior pureza na Igreja, no estado e na sociedade. Queriam que a Reforma, iniciada antes, fosse completa. Acusavam que a igreja inglesa havia parado entre Roma e Genebra. Estavam insatisfeitos porque ela havia se reformado apenas parcialmente, conservando ainda muitos elementos do catolicismo que consideravam como contrários às Escrituras.

Os puritanos escreveram e produziram muito material teológico. Foram eles os responsáveis pela famosa Confissão de Fé de Westminster, que até hoje é a confissão de fé de igrejas presbiterianas e batistas reformadas. A firmeza com que defendiam suas convicções, o rigor teológico e exegético de suas obras, o modo de vida frugal, austero e simples que defendiam, valeu-lhes uma reputação de gente inflexível, sisuda, pudica, e obtusa, especialmente depois que caíram em desgraça política na Inglaterra e se desviaram para uma religião legalista e introspectiva após o período de Cromwell, desembocando no não conformismo.

O movimento puritano foi um momento importante na história da Igreja. Apesar de ter passado, sua teologia permanece viva nos documentos históricos de denominações reformadas e na vasta literatura que os pastores puritanos deixaram. Charles Spurgeon e Martyn Lloyd-Jones são considerados, entre outros, como últimos remanescentes do que havia de melhor no puritanismo. Em nossos dias, todavia, um interesse crescente pela teologia puritana, sua piedade, devoção e espiritualidade tem crescido cada vez mais, não somente no Brasil, como especialmente no exterior. Uma editora inglesa – a Banner of Truth Trust foi a responsável pela reimpressão de obras de puritanos famosos como John Owen, John Flavel, Jonathan Edwards. Muitas delas têm sido traduzidas e publicas no Brasil. Além disso, autores modernos têm se colocado dentro da tradição puritana, como J.I. Packer, R.C. Sproul, John MacArthur, entre outros.

O termo “puritânicos”, por sua vez, foi usado algumas vezes aqui no Brasil, em 2001, na finada revista teológica Fides Reformata semper Reformanda Est, para estigmatizar quem segue hoje a teologia puritana de Westminster e quem se recusa a aceitar a pluralidade teológica e o inclusivismo acrítico nas instituições de teologia reformadas. Os “puritânicos” foram também chamados de fundamentalistas xiitas da linha de Carl McIntire. Pode-se inferir que o termo realmente visava marcar negativamente um determinado segmento dentro da igreja evangélica como intransigente, obscurantista, ativistas teológicos rebeldes, etc.

O termo neopuritanos tem sido usado para designar os adeptos da teologia puritana no Brasil que passaram a usar determinadas doutrinas e práticas como identificadoras dos verdadeiros reformados, como o cântico exclusivo de salmos sem instrumentos musicais no culto, o silêncio total das mulheres no culto, a defesa do cessacionismo com base em 1Coríntios 13.8 (posição contrária à de Calvino), um entendimento e uma aplicação estreitos do princípio regulador do culto e outros distintivos semelhantes. Essas posições acabaram isolando os adeptos dessa linha do movimento de outros reformados que adotavam a teologia de Westminster, mas que discordavam que os pontos acima fizessem parte da essência da fé reformada ou mesmo do puritanismo.

Infelizmente, a rotulação “puritânicos”, os posicionamentos de alguns neopuritanos, a maneira agressiva com que alguns deles às vezes defendem suas idéias, acabam sendo associados à renitente conotação pejorativa que o nome "puritanos" já carrega. Junte-se a isso a ignorância crassa das massas evangélicas sobre o que realmente foi o puritanismo. Ao final, tem-se uma rejeição generalizada da teologia e da piedade puritana em nossos dias. Digo infelizmente pois acredito que os puritanos foram teólogos de grande envergadura, os verdadeiros intérpretes do pensamento de Calvino e um dos poucos grupos reformado que deu ênfase ao lado experimental desse pensamento. Lamento também porque a espiritualidade deles e sua ênfase na religião prática seria um excelente corretivo para os que buscam espiritualidade nos místicos católicos da idade média.

Não creio que caiba, na realidade multi-cultural brasileira do século XXI, o transplante do puritanismo da Escócia e da Inglaterra dos séculos XVI e XVII com todos os seus detalhes, alguns com um contexto histórico muito marcante. Mas, acredito que se possa resgatar, com os devidos cuidados, sua teologia e sua piedade, se todos os que amam a teologia de Westminster e das outras confissões igualmente influenciadas pelo puritanismo, deixassem de lado as idiossincrasias puritanas dos séculos passados e se concentrassem naquilo que é central no puritanismo: a busca da pureza individual, do culto, na família, na sociedade, na igreja e no estado. Talvez ainda haja esperança para que a teologia puritana sobreviva dentro das igrejas que são historicamente suas herdeiras, e não somente entre os irmãos pentecostais, que mais e mais estão descobrindo e abraçando Matthew Henry, John Gill, John Owen, Jonathan Edwards, C. H. Spurgeon, J. I. Packer, D-M. Lloyd-Jones e John MacArthur.

Terminando, cito um parágrafo do C. S Lewis sobre os puritanos, que me foi enviado pelo Franklin Ferreira. Gosto de pensar neles dessa forma:

Devemos imaginar estes Puritanos como o extremo oposto daqueles que se dizem puritanos hoje, imaginemo-los jovens, intensamente fortes, intelectuais, progressistas, muito atuais. Eles não eram avessos à bebidas com álcool; mesmo à cerveja, mas os bispos eram a sua aversão’. Puritanos fumavam (na época não sabiam dos efeitos danosos do fumo), bebiam (com moderação), caçavam, praticavam esportes, usavam roupas coloridas, faziam amor com suas esposas, tudo isto para a glória de Deus, o qual os colocou em posição de liberdade. (...) [Os primeiros puritanos eram] jovens, vorazes, intelectuais progressistas, muito elegantes e atualizados ... [e] ... não havia animosidade entre os puritanos e humanistas. Eles eram freqüentemente as mesmas pessoas, e quase sempre o mesmo tipo de pessoa: os jovens no Movimento, os impacientes progressistas exigindo uma “limpeza purificadora” (C. S. Lewis).

Créditos: Agradeço a Franklin e a Solano pela revisão crítica do post original.



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Fonte:

tempora-mores.blogspot.com.br


OBSERVAÇÃO:
NEM TODAS AS POSTAGENS TRADUZEM, NECESSARIAMENTE, A OPINIÃO DO SITE MATÉRIAS DE TEOLOGIA

Soli Deo Gloria